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sexta-feira, 23 de maio de 2025

SAIBA COMO COMPRAR UM IMÓVEL NO BRASIL SENDO ESTRANGEIRO















O mercado imobiliário brasileiro tem atraído cada vez mais o interesse de estrangeiros, seja para investimento, moradia ou lazer. O Brasil, com sua diversidade de paisagens, clima tropical e preços muitas vezes mais acessíveis do que em outros países, oferece oportunidades atrativas. Mas afinal, o que é necessário para que um estrangeiro compre um imóvel no Brasil? A seguir, explicamos passo a passo, incluindo os detalhes legais, burocráticos e práticos, tanto para imóveis usados quanto para imóveis na planta.


1. Estrangeiros podem comprar imóveis no Brasil?


Sim. A legislação brasileira permite que estrangeiros, residentes ou não, comprem imóveis no país. No entanto, existem algumas restrições e exigências específicas, especialmente no caso de terrenos rurais, áreas de fronteira ou imóveis que impactam a segurança nacional. Para imóveis urbanos, sejam novos ou usados, o processo é mais simples e direto.


2. Documentação necessária

O primeiro passo para um estrangeiro adquirir um imóvel no Brasil é a regularização da sua situação fiscal no país. Para isso, ele precisa:
















a) Obter um CPF (Cadastro de Pessoa Física)

Este é o documento mais importante. Sem o CPF, o estrangeiro não pode realizar nenhum negócio jurídico no Brasil, incluindo a compra de imóveis.

  • Pode ser solicitado no exterior (em consulados brasileiros) ou diretamente no Brasil, em agências da Receita Federal, Correios, Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal.

  • Mesmo não residentes podem obtê-lo.

b) Documento de identidade válido

Pode ser o passaporte ou um documento oficial do país de origem. Em alguns casos, a tradução juramentada e o registro em cartório (reconhecimento de firma) podem ser exigidos.

c) Procuração (opcional)

Se o estrangeiro não estiver presente no Brasil, pode nomear um procurador legal para representá-lo durante o processo de compra.











3. Escolha do imóvel: usado ou na planta

A compra pode ser feita de duas formas principais:

a) Imóvel usado

  • Negociado com pessoa física ou jurídica.

  • Exige verificação de documentação do imóvel (matrícula no Cartório de Registro de Imóveis, certidões negativas, IPTU em dia etc.).

  • O pagamento pode ser à vista ou financiado (embora o financiamento para estrangeiros não residentes seja difícil).

b) Imóvel na planta

  • Vendido por construtoras ou incorporadoras.

  • Exige atenção ao memorial descritivo, contrato de compra e prazos de entrega.

  • Pagamento geralmente é feito de forma parcelada durante a obra e o saldo com financiamento ou à vista na entrega.


4. O único profissional habilitado para intermediar imóveis no Brasil





































No Brasil, apenas o corretor de imóveis, devidamente registrado no CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), está legalmente habilitado para intermediar a compra e venda de imóveis.

Por que isso é importante?

Contratar um corretor habilitado protege o comprador contra fraudes, golpes e negociações irregulares. Além disso, o profissional tem o conhecimento técnico necessário para garantir segurança jurídica em todo o processo.

Como saber se o corretor é habilitado?

  • Todo corretor possui um número de inscrição no CRECI do seu estado.

  • O comprador pode consultar gratuitamente no site do Sistema COFECI-CRECI (https://www.creci.org.br), informando o nome completo ou o número de inscrição.

  • Corretores sérios sempre fornecem seu número de CRECI em anúncios e negociações.

Onde encontrar corretores habilitados?

  • Imobiliárias credenciadas.

  • Plataformas confiáveis de venda de imóveis que exigem registro no CRECI.

  • Associações regionais de corretores.

Dica: desconfie de “consultores”, “intermediadores” ou “representantes” que não exibem número de CRECI. Isso é um alerta de possível fraude.


5. Processo de compra

O processo, em geral, segue os seguintes passos:

  1. Escolha do imóvel e negociação do preço, preferencialmente com a ajuda de um corretor credenciado.

  2. Assinatura do contrato de compra e venda.

  3. Pagamento conforme acordado.

  4. Escritura pública (se à vista) ou financiamento (se financiado).

  5. Registro no Cartório de Registro de Imóveis.


6. Regras especiais e restrições





















Embora o processo seja acessível, há restrições importantes que o estrangeiro deve considerar:

  • Áreas rurais: estrangeiros não podem adquirir grandes extensões de terra rural sem autorização do INCRA.

  • Zonas de fronteira: há limitações para estrangeiros comprarem imóveis próximos a fronteiras com outros países.

  • Restrições para empresas estrangeiras: sociedades estrangeiras precisam de autorização específica para adquirir imóveis no Brasil.


7. Pagamento e envio de recursos

  • O pagamento deve ser feito de forma legal e rastreável.

  • Transferências internacionais devem seguir as normas do Banco Central do Brasil.

  • É recomendável contar com o suporte de um despachante aduaneiro ou advogado para garantir que todos os trâmites bancários estejam corretos.


8. Impostos e taxas




















O comprador estrangeiro deve estar atento aos seguintes encargos:

  • ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis): varia de 2% a 4% do valor do imóvel.

  • Registro do imóvel: pode custar de 1% a 2% do valor.

  • Honorários advocatícios (opcional).

  • Taxas bancárias e cambiais.


A compra de imóveis no Brasil por estrangeiros é legal e relativamente simples, desde que todas as exigências documentais e legais sejam seguidas. O apoio de profissionais habilitados — como advogados, tradutores juramentados e, principalmente, corretores de imóveis registrados no CRECI — é essencial para garantir segurança, evitar golpes e assegurar uma transação bem-sucedida.

Seja para morar, investir ou passar temporadas, o Brasil continua sendo uma excelente opção para estrangeiros que buscam imóveis com bom custo-benefício e valorização.

Leia também: COMPRAR IMÓVEL PRONTO OU NA PLANTA, QUAL É A MELHOR OPÇÃO?

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POR QUE A NBA É O MELHOR BASQUETE DO MUNDO?






















A NBA, a principal liga de basquete dos Estados Unidos, é considerada por muitos como o basquete mais empolgante e emocionante do mundo. Sua fama não vem apenas pela habilidade dos jogadores, mas pela intensidade das partidas, pela imprevisibilidade dos resultados e pela atmosfera única que só essa liga proporciona. É na NBA que jogadas improváveis se tornam realidade, onde uma partida pode mudar completamente nos segundos finais, ou até mesmo nos milésimos de segundo que restam no relógio. A emoção está presente do início ao fim.


A NBA surgiu oficialmente em 1946, originalmente como Basketball Association of America (BAA), e foi renomeada como National Basketball Association após uma fusão com a National Basketball League (NBL) em 1949. O primeiro jogo foi disputado no Canadá, em Toronto, e o primeiro campeão da história da liga foi o Philadelphia Warriors, na temporada de 1946-47, um time que mais tarde se transformaria no atual Golden State Warriors.













As regras seguem o padrão do basquete profissional: cada jogo tem quatro quartos de doze minutos, e cada equipe coloca cinco jogadores em quadra. A pontuação é simples — cestas valem dois pontos ou três, dependendo da distância, e os lances livres valem um ponto. As equipes têm 24 segundos por posse e sete tempos técnicos por jogo. Após a sexta falta pessoal, o jogador é excluído da partida, e a partir da quinta falta coletiva por quarto, a equipe adversária ganha lances livres.

A NBA é composta por trinta times divididos em duas conferências: Leste e Oeste. Na Conferência Leste estão franquias como Boston Celtics, Miami Heat, Milwaukee Bucks, Philadelphia 76ers, Cleveland Cavaliers, New York Knicks, Brooklyn Nets, Atlanta Hawks, Chicago Bulls, Indiana Pacers, Toronto Raptors, Washington Wizards, Charlotte Hornets, Detroit Pistons e Orlando Magic. Já a Conferência Oeste inclui Los Angeles Lakers, Golden State Warriors, Denver Nuggets, Phoenix Suns, Dallas Mavericks, Minnesota Timberwolves, Sacramento Kings, LA Clippers, New Orleans Pelicans, Oklahoma City Thunder, Houston Rockets, San Antonio Spurs, Portland Trail Blazers, Utah Jazz e Memphis Grizzlies.













Entre os principais jogadores da atualidade, destacam-se nomes como Nikola Jokić, do Denver Nuggets, atual MVP e um dos pivôs mais versáteis da história; Giannis Antetokounmpo, do Milwaukee Bucks, com seu físico dominante e jogadas explosivas; Luka Dončić, do Los Angeles Lakers, referência em visão de jogo e habilidade ofensiva; Stephen Curry, do Golden State Warriors, revolucionou o jogo com sua precisão nos arremessos de três pontos; além de LeBron James, do Los Angeles Lakers, que continua em alto nível mesmo após duas décadas de carreira.






















A NBA é o ápice do basquete mundial porque oferece um espetáculo completo: técnica refinada, tática avançada, rivalidades históricas e finais memoráveis. Os fãs sabem que um jogo só termina quando o cronômetro zera — porque até mesmo em frações de segundo, tudo pode mudar. É esse clima de incerteza e paixão que transforma a NBA em uma verdadeira celebração do esporte.

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quarta-feira, 14 de maio de 2025

DIÁRIO, A REDE SOCIAL DOS ANOS 80 E 90





















Antes de likes, comentários, stories e hashtags, existia um objeto quase sagrado entre os adolescentes e jovens dos anos 80 e 90: o diário. Capa colorida, cadeado minúsculo (quase sempre simbólico), páginas decoradas ou rabiscadas com corações e letras inclinadas... O diário era mais do que um caderno — era um confessionário pessoal, uma rede social analógica onde só havia uma usuária: você mesma.



















Ali, tudo era postado. Mas em vez de fotos cuidadosamente editadas, compartilhavam-se pensamentos crus, sentimentos confusos, segredos profundos. Era um feed de memórias: “Hoje ele me olhou na saída da escola”; “Briguei com a minha melhor amiga”; “Tirei nota baixa de novo, minha mãe vai surtar”. Cada página carregava a emoção de um dia vivido, do jeito que se sentia — sem filtros, sem curadoria, sem algoritmos.





















Os assuntos eram variados, mas alguns temas apareciam com frequência: paixões não correspondidas, descobertas sobre si, desabafos familiares, músicas preferidas, trechos de músicas (o equivalente às legendas de hoje), listas de sonhos e desejos, e até roteiros imaginários de um futuro ideal. Havia também espaço para colagens, bilhetinhos colados com durex, flores secas, ingressos de cinema. Cada detalhe ajudava a compor o perfil emocional da diarista.

Mas, ao contrário das redes sociais atuais, o diário tinha um público muito específico: ninguém. Pelo menos, não era feito para ser visto. O diário era para os olhos da autora apenas. Se alguém o lia sem permissão, aquilo era uma espécie de invasão digital, só que analógica — comparável a um "hackeamento de conta". Descobrir que seu irmão mais novo leu seu diário era motivo para choro, grito, e às vezes guerra fria por semanas.






















Quem não podia ler o diário era quase como aquele que foi bloqueado nas redes sociais hoje. Um ex-crush, uma amiga traíra, um familiar intrometido — todos esses, na era do diário, estavam fora da "lista de seguidores". E, se ousassem tentar, era o equivalente a tentar entrar num grupo fechado sem convite. Não era só falta de educação: era traição.

Curiosamente, havia também os casos em que se escrevia esperando ser lido. Diários deixados “acidentalmente” em cima da cama, com a página certa convenientemente marcada. Era uma forma velada de comunicação — como postar algo esperando que aquela pessoa veja. Uma tentativa de enviar uma mensagem sem dizer em voz alta. O diário, nesse sentido, já antecipava o comportamento ambíguo das redes sociais: a vontade de ser visto e, ao mesmo tempo, o medo de se expor.


Nos anos 80 e 90, a relação com o diário era uma espécie de rede social silenciosa, introspectiva e muito mais voltada para o eu. Em vez de medir valor por curtidas, medíamos pela intensidade do que sentíamos ao escrever. Em vez de buscar aprovação externa, buscávamos compreensão interna. O diário era um espelho: imperfeito, mas honesto. E quem teve o hábito de manter um sabe — reler essas páginas hoje é como rolar o feed de uma vida que já fomos, com a mesma estranheza e carinho com que vemos nossas fotos antigas.

Hoje, os diários resistem em versões digitais, trancados por senhas ou disfarçados em aplicativos de notas. Mas aquele ritual de sentar na cama, abrir a página nova, pegar a caneta preferida e despejar tudo... isso se perdeu um pouco. E talvez seja justamente essa falta de audiência — ou a certeza de que ninguém vai curtir, compartilhar ou comentar — que tornava o diário tão precioso.

Leia também: DESENHOS ESQUECIDOS NOS ANOS 90 E 2000

Era nossa rede social secreta. Só nossa. E talvez por isso, tão verdadeira.


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