Conhecido como “Mão Santa”, Oscar é oficialmente o maior pontuador da história do basquete, com mais de 49 mil pontos em jogos oficiais, superando atletas que atuaram por décadas na NBA. Seu desempenho ofensivo o transformou em referência técnica e estatística no esporte.
A carreira profissional teve início no clube Sírio, em São Paulo, ainda no fim da década de 1970. Em pouco tempo, Oscar passou a se destacar pelo alto volume de arremessos e pela eficiência nas finalizações de média e longa distância, característica que se tornaria sua principal marca.
Pela Seleção Brasileira, Oscar atuou entre 1979 e 1996. Participou de cinco edições dos Jogos Olímpicos e foi protagonista do maior resultado do basquete masculino nacional: o ouro no Pan-Americano de 1987, em Indianápolis. Na final contra os Estados Unidos, marcou 46 pontos e liderou a vitória brasileira por 120 a 115.
Em 1984, Oscar foi draftado pelo New Jersey Nets, da NBA, mas optou por não atuar na liga norte-americana. Na época, jogadores da NBA não podiam defender suas seleções nacionais em competições oficiais. A decisão fez com que Oscar seguisse carreira na Europa, principalmente na Itália e na Espanha, onde acumulou títulos individuais e status de ídolo.
Entre seus principais recordes estão:
Maior pontuador da história das Olimpíadas
Maior pontuador brasileiro em Copas do Mundo
Mais de 7 mil pontos pela Seleção Brasileira
Em 2013, Oscar Schmidt foi introduzido ao Hall da Fama do Basquete, em Springfield, reconhecimento máximo concedido a atletas que marcaram época no esporte.
Mesmo após a aposentadoria, em 2003, Oscar segue ligado ao basquete como palestrante e comentarista, mantendo forte presença no debate esportivo nacional.
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