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quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

QUAL É O REGIME POLÍTICO DE SINGAPURA?














Singapura é um país curioso e único em diversos aspectos — inclusive no seu regime político. Embora seja oficialmente uma República Parlamentarista, com eleições regulares e instituições organizadas segundo os princípios democráticos, na prática, o sistema político de Singapura é frequentemente descrito como uma democracia controlada ou democracia autoritária, devido ao forte controle do governo sobre diversos aspectos da vida pública e à hegemonia quase absoluta de um único partido político desde sua independência.


Estrutura formal do regime

A estrutura política de Singapura é baseada no modelo parlamentarista britânico, herança do período colonial. O país tem:

- Presidente da República, eleito por voto popular (desde 1991), com função majoritariamente cerimonial, embora tenha alguns poderes de veto em questões fiscais e de nomeações importantes.

- Parlamento unicameral, cujos membros são eleitos por voto direto a cada 5 anos.









- Primeiro-Ministro, que é o chefe de governo e o cargo mais poderoso do país. Ele é nomeado pelo presidente, geralmente o líder do partido majoritário no Parlamento.

- Um sistema judicial independente na estrutura, mas que tem sido alvo de críticas em casos relacionados à liberdade de expressão e ações contra opositores políticos.













O domínio do PAP

Desde sua independência em 1965, Singapura é governada pelo Partido da Ação Popular (People’s Action Party – PAP), fundado por Lee Kuan Yew, o pai da Singapura moderna. Lee governou o país de 1959 a 1990 e é amplamente creditado por transformar uma cidade portuária pobre em uma das economias mais desenvolvidas do mundo. Porém, sua liderança sempre foi marcada por um estilo autoritário, com pouco espaço para oposição real.

Mesmo após sua saída do poder, o PAP continuou dominando as eleições. Até hoje, o partido mantém uma maioria esmagadora no Parlamento. Embora Singapura tenha eleições livres, com direito ao voto universal, a liberdade política é altamente regulada. Leis rigorosas limitam protestos públicos, críticas ao governo e campanhas oposicionistas. A imprensa local é fortemente controlada, e os partidos opositores frequentemente enfrentam processos judiciais que podem resultar em multas ou até perda de elegibilidade para cargos públicos.

O governo defende essas medidas como necessárias para garantir estabilidade social, crescimento econômico e paz racial em um país pequeno, multirracial e com poucos recursos naturais. E de fato, Singapura é constantemente classificada como um dos países menos corruptos do mundo, com altíssimos níveis de segurança e educação.


Um modelo alternativo













O regime político de Singapura levanta debates sobre o que deve ser considerado uma "democracia verdadeira". Apesar das críticas, muitos cidadãos expressam satisfação com o modelo atual, argumentando que ele oferece eficiência, meritocracia, segurança e qualidade de vida.

Assim, Singapura representa um caso raro: um país rico, desenvolvido e extremamente organizado, sob um regime híbrido entre democracia formal e controle autoritário, que desafia modelos ocidentais tradicionais de governança.









O regime político de Singapura é, oficialmente, uma república parlamentarista democrática, mas na prática funciona como uma democracia com forte controle estatal e domínio partidário. É um exemplo de como o autoritarismo pode coexistir com estabilidade, eficiência e crescimento — ainda que às custas de uma liberdade política mais restrita.

Leia também: O PIOR EMPREGO DO MUNDO

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

CONHEÇA OS 10 PIORES GOVERNADORES DE SÃO PAULO








Governar São Paulo é, para muitos políticos, o sonho dourado da carreira — afinal, o estado é o motor econômico do Brasil, responsável por quase um terço do PIB nacional. Mas também é um cargo que cobra caro pelos erros. A máquina pública é gigantesca, a população é exigente e os problemas — de segurança à mobilidade, da saúde à habitação — nunca tiram férias.

Ao longo das décadas, São Paulo teve governadores que deixaram marcas positivas, com obras, avanços sociais e crescimento econômico. Mas também teve outros que deixaram escândalos, descaso e decisões catastróficas. E é desses que vamos falar aqui.

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Com base em desempenho administrativo, denúncias, promessas não cumpridas e impacto negativo na vida do paulista, aqui vai uma lista dos 10 piores governadores de São Paulo — e os partidos que eles representavam.


1. Paulo Maluf (1979–1982) — Partido Democrático Social (PDS)

Um dos nomes mais polêmicos da política paulista, Maluf marcou sua gestão por obras grandiosas e suspeitas de corrupção. Viadutos e avenidas nasceram, mas com um custo suspeitamente alto. Sua administração ficou famosa pela frase que atravessou gerações: “Rouba, mas faz”. E isso diz muito.

2. Luiz Antônio Fleury Filho (1991–1994) — Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)

Seu governo ficou eternizado pela tragédia do massacre do Carandiru, em 1992, quando 111 detentos foram mortos pela PM. O episódio manchou a imagem do estado e do próprio governador. Além disso, Fleury enfrentou crise de segurança e desgaste político irreversível.


3. Geraldo Alckmin (2001–2006, 2011–2018) — Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)

Foram muitos anos no poder, mas também muitas críticas. Apesar de imagem de “gestor equilibrado”, Alckmin deixou serviços públicos sucateados, sistema de transportes estagnado e greves recorrentes. As promessas de modernização nunca saíram completamente do papel — e o estado perdeu ritmo de inovação.







4. João Doria (2019–2022) — Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)

Com estilo empresarial e discurso de eficiência, Doria começou prometendo gestão moderna. Mas seu governo foi marcado por autopromoção, brigas políticas e decisões polêmicas na pandemia. Enquanto o marketing corria solto, os problemas do estado — como desigualdade e infraestrutura precária — ficaram em segundo plano.








5. Orestes Quércia (1987–1991) — Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)

Símbolo da política dos bastidores, Quércia é lembrado por acusações de corrupção, obras superfaturadas e favorecimentos políticos. Seu governo até gerou empregos e investimentos, mas o preço ético foi alto. O nome “Quércia” virou sinônimo de política tradicional — e não no bom sentido.


6. Ademar de Barros (1947–1951 e 1963–1966) — Partido Social Progressista (PSP)

Ademar foi um dos primeiros grandes populistas de São Paulo. Fez obras, é verdade, mas governou sob fortes suspeitas de desvio de verbas e enriquecimento ilícito. O lema “Rouba, mas faz” nasceu em seu governo — e deixou uma herança moral duvidosa que paira até hoje sobre a política paulista.


7. Cláudio Lembo (2006–2007) — Partido da Frente Liberal (PFL)











Assumiu o governo após a saída de Serra e entregou uma gestão apagada e sem grandes avanços. Criticado por inércia e falta de diálogo, Lembo é lembrado mais pelas polêmicas declarações do que por resultados concretos.


8. Laudo Natel (1966–1967 e 1971–1975) — Aliança Renovadora Nacional (ARENA)

Governou em tempos de ditadura militar, sob nomeação indireta. Apesar de algumas obras, foi uma gestão marcada por autoritarismo, concentração de poder e ausência de participação popular. Um governo tecnocrático e distante da realidade social.


9. Franco Montoro (1983–1987) — Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)















Foi um político importante na redemocratização, mas seu governo estadual enfrentou forte crise econômica, greves e paralisia administrativa. Apesar da boa imagem pública, o estado viu pouca entrega prática e muita instabilidade.


10. Mário Covas (1995–2001) — Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)

Respeitado pela postura ética, Covas tinha boas intenções, mas sua gestão ficou marcada por enfrentamentos com servidores, obras lentas e queda de popularidade. Tentou implantar austeridade, mas faltou diálogo e execução. Um governo correto, mas travado.













Ser governador de São Paulo é um desafio que mistura ambição e responsabilidade. E, como mostra essa lista, nem sempre os que chegam lá conseguem equilibrar poder e eficiência. Entre escândalos, obras superfaturadas, tragédias e mandatos mornos, muitos acabaram deixando mais frustração do que progresso. O problema é que, em São Paulo, erros de governo não ficam no Palácio dos Bandeirantes — eles respingam direto na vida de quem pega metrô lotado, enfrenta filas de hospital e paga impostos altíssimos esperando retorno que nunca vem.

A lição é simples (mas parece difícil de aprender): São Paulo não precisa de marketing político — precisa de gestão de verdade.

Leia também: SABE QUE DIA QUE É HOJE? 21 DE OUTUBRO DE 2015

domingo, 2 de março de 2025

POR QUE O PRÊMIO OSCAR TEM O NOME "OSCAR"?














O Oscar, oficialmente chamado de Academy Awards, é o prêmio mais prestigiado do cinema mundial, concedido anualmente pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Mas você já se perguntou por que ele tem esse nome tão peculiar? A origem do termo "Oscar" tem algumas versões, e até hoje não há um consenso absoluto sobre qual delas é a verdadeira.

























Uma das histórias mais populares envolve Margaret Herrick, bibliotecária da Academia na década de 1930. Dizem que, ao ver a estatueta dourada pela primeira vez, ela comentou que o troféu se parecia com seu tio Oscar. A partir daí, o apelido teria se espalhado entre os funcionários e jornalistas, sendo adotado oficialmente pela Academia em 1939.
















Outra teoria sugere que a atriz Bette Davis teria apelidado o prêmio de "Oscar" em homenagem ao seu primeiro marido, Harmon Oscar Nelson. Segundo essa versão, ela achava que a estatueta lembrava o perfil do marido. Há também relatos de que o colunista de cinema Sidney Skolsky usou o termo pela primeira vez em uma matéria de jornal nos anos 1930, para dar um tom mais descontraído à premiação. Independentemente da verdadeira origem, o nome "Oscar" se tornou mundialmente reconhecido. A estatueta, com seu design icônico de um cavaleiro segurando uma espada sobre um rolo de filme, representa a excelência na indústria cinematográfica.

Hoje, ganhar um Oscar é o maior reconhecimento que um profissional do cinema pode receber. E tudo isso começou com um apelido que, por acaso, pegou e se tornou parte da história do cinema.


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sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

O DIREITO A VIDA SERIA A SOLUÇÃO PARA MUDAR AS LEIS BRASILEIRAS?



Muito se fala acerca da fragilidade das leis, e muito se fala da necessidade da sua mudança, e há de se concordar que realmente tem que haver alguma mudança, mas quando surge esse discurso, que geralmente é emanado através do meios de comunicações, principalmente através dos seu telejornais policiais, ouvimos geralmente um clamor pelo aumento das penas, prisão perpétua e até mesmo a pena de morte, mas o que vemos é uma inércia por parte dos nossos legisladores, e uma clara falta de interesse em querer mudar a legislação brasileira. 



Mas se todos concordassem em mudar as nossas leis, EM QUAL DIREITO CONSTITUCIONAL elas deveriam ser fundamentadas?

O Artigo 5º da Constituição Federal Brasileira possui o direito mais importante de toda a constituição federal, o DIREITO À VIDA, pois sem a vida, todos os demais direitos não podem ser desfrutados pelo homem, portanto, o direito à vida seria o firme fundamento que poderia justificar o aumento das penas e o ajuste ou exclusão de alguns dos muitos benefícios que a lei garante aos presos, mas não com o objetivo de punir, mas com o objetivo da preservação do direito à vida.

Mas o que tem que haver o aumento de penas, fundamentado no direito a vida?

No Brasil existem duas correntes bem distintas no âmbito penal: o que defende o cidadão de bem e aqueles que defendem os bandidos. Aqueles que defendem os cidadãos de bem, clamam pelo aumento de pena, para que o bandido "apodreça na cadeia", e aqueles que defendem os bandidos são contra ao aumento de penas, pois os bandidos são "vítimas da sociedade" e não merecem punições exageradas.













Com a utilização do DIREITO À VIDA na legislação penal como fundamento base para a elaboração de leis com penas bem mais altas, daria um resultado bem interessante, imaginem uma pessoa presa por matar uma pessoa, ou um criminoso preso pelo crime de tráfico de drogas, ambos crimes estão atentando contra a vida, de forma diferente, mas estão. Suponhamos que a pena máxima para aquele que TIRA A VIDA de outra pessoa de forma dolosa fosse uma pena máxima de 350 anos de reclusão, sem os benefícios existem hoje, o resultado prático SERIA MILHARES DE VIDAS DE CIDADÃOS DE BEM PRESERVADAS, pois o criminoso não estaria solto para tirar a vida de outras pessoas, a VIDA DO CRIMINOSO TAMBÉM SERIA PRESERVADA, pois ele não correria o risco de morrer na mão de desafetos, outros criminosos ou pela polícia, pois o ESTADO, com a pena dada ao criminoso, garantiu o direito a vida do bandido. 











Qual seria o resultado na prática?

Com o criminoso preso por um longo tempo, o direito a vida do cidadão de bem seria garantido, o direito a vida do criminoso também seria garantido e haveria  um desincentivo para que outras pessoas entrassem no mundo do crime, afinal ninguém quer ficar preso por longos anos, sem nenhum beneficio. Outro resultado seria a diminuição da letalidade das Polícias, pois havendo a certeza que o criminoso realmente iria cumprir toda a sua pena na integra, haveria mais prisões, sendo desta forma, preservado o direito a vida do criminoso, e a Polícia deixaria de ser tão massacrada por limpar o "serviço sujo" deixado pelos governantes incompetentes.


Lembra do caso Lázaro?











Pensem comigo, por exemplo; se a lei GARANTISSE que o criminoso Lázaro ficasse recluso por um longo tempo em regime fechado, sem direito de redução de pena ou qualquer outro benefício, será que ele teria sido morto pela Polícia? Com certeza não! Pois se a Polícia tivesse a certeza que ele ficaria realmente preso, que não seria solto numa audiência de custódia, a probabilidade dele ser morto seria mínima. O DIREITO À VIDA do criminoso seria preservado, a Polícia Militar não seria tão injustiçada e nem criticada, e a acima de tudo, o DIREITO À VIDA do cidadão de bem também seria preservado, pois o criminoso não estaria nas ruas para cometer novos crimes.





































Quais seriam os Prós?

- O cidadão de bem voltaria a exercer o seu direito de ir e vir com toda a liberdade;

- A diminuição de crimes que atentem direta ou indiretamente contra a vida do cidadão de bem;

- A preservação da vida do criminoso;

- O desincentivo que outras pessoas entrem para a vida do crime;

- A diminuição da letalidade das Polícias.


Quais seriam os contras?











Para todo o cidadão brasileiro, haveria somente os prós e não haveria os contras, mas para o sistema criado pelos longos anos de política voltada somente satisfazer a ganância de partidos políticos e seus militantes, onde na suas teias pegajosas e sujas, a violência é um item obrigatório, pois sem ela muitas ONGs, Movimentos, Direito Humanos, Direito dos "manos", bem como aqueles que tem como profissão ser crítico da violência policial, iriam a  falência, sem contar os programas policiais, com seus horários prolongados na TV, teriam que diminuir bem o tempo dos noticiários, perdendo patrocinadores e assim, perdendo dinheiro. Ai fica a pergunta: DIANTE DE MILHÕES DE REAIS QUE A VIOLÊNCIA PROPORCIONA AOS PODEROSOS, VOCÊ ACHA QUE ALGUMA COISA AINDA IRÁ MUDAR NO BRASIL? Mas está claro que nada mudará, infelizmente! 








Infelizmente os fundamentos pífios que regem o Código Penal atual, não garantem o direito à vida para ninguém, e coloca a Polícia como os únicos culpados de tudo, mas se analisarmos com calma, o verdadeiro culpado pode ser eu, pode ser você leitor, pois está sobre nós o poder do voto, temos o poder da mudança, de mudar para melhor, mas temos exercido o nosso direito de voto corretamente ou somos meros "torcedores" dos partidos políticos futebol clube, os quais nem se importam com você, mas mesmo assim, você dá a sua vida em nome de uma sigla! Pense nisso, pense no Brasil!

O DIREITO À VIDA é um direito fundamental que pode contribuir para que uma sociedade seja mais justa e equilibrada.


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