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sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

VOCÊ CONHECE O PAÍS QUE FALTA HOMENS?













Localizada no nordeste da Europa, às margens do Mar Báltico, a Letônia é um país encantador e pouco conhecido por muitos. Com paisagens naturais preservadas, uma rica herança cultural e histórica, e uma população acolhedora, a Letônia é parte do grupo conhecido como Países Bálticos, ao lado da Estônia e da Lituânia. Sua capital, Riga, é considerada uma das mais belas da Europa Oriental, com sua arquitetura art nouveau, ruas de paralelepípedo e vida cultural vibrante.


Origem e história










A história da Letônia é marcada por conquistas, resistência e independência. Povos bálticos já habitavam a região desde pelo menos 3.000 a.C. Ao longo dos séculos, o território letão foi dominado por várias potências estrangeiras, incluindo os Cavaleiros Teutônicos, a Suécia, a Polônia e, mais tarde, o Império Russo. No século XX, após um breve período de independência entre 1918 e 1940, o país foi ocupado pela União Soviética e só recuperou sua independência definitiva em 1991, com a dissolução da URSS.














Desde então, a Letônia passou por rápidas transformações econômicas e políticas, integrando-se à União Europeia e à OTAN em 2004. Sua moeda é o euro, adotado em 2014, e o país é hoje uma democracia parlamentar estável.


Onde fica e como é o país

A Letônia é, portanto, um país pequeno, mas cheio de identidade e contrastes. Mistura tradição e modernidade, natureza e urbanismo, leste e oeste. Seja pela sua cultura rica, pela beleza natural ou pelo espírito resiliente de seu povo, a Letônia é um destino que vale a pena conhecer — e um exemplo de superação histórica e desenvolvimento sustentável no coração da Europa.









Curiosidades sobre a Letônia

- Mais mulheres do que homens: A Letônia tem uma das maiores proporções de mulheres em relação aos homens na Europa. Em média, para cada 100 mulheres, há cerca de 85 homens — especialmente nas faixas etárias mais altas.

  - Natureza protegida: Cerca de 20% do território está em áreas de preservação. O país leva a sustentabilidade muito a sério e promove o ecoturismo.

- Internet rápida: A Letônia é conhecida por ter uma das conexões de internet mais rápidas do mundo, além de um setor de tecnologia em crescimento.

- Riga, a pérola do Báltico: A capital é famosa por sua arquitetura art nouveau, que representa mais de um terço de todos os prédios do centro da cidade. É também Patrimônio Mundial da UNESCO.














- Tradição pagã: Apesar de cristã, a Letônia mantém muitas festas ligadas ao paganismo, como o Līgo, que celebra o solstício de verão com fogueiras, músicas e flores.

- Educação em alta: A taxa de alfabetização ultrapassa 99% e o país investe fortemente em inovação e educação técnica.









A Letônia faz fronteira com a Estônia (ao norte), Lituânia (ao sul), Rússia (a leste), Belarus (sudeste) e o Mar Báltico (a oeste). Sua localização estratégica sempre a colocou no centro de disputas geopolíticas, mas hoje é um importante elo entre o leste e o oeste europeu.

O país tem cerca de 1,8 milhão de habitantes e uma área de 64 mil km², sendo relativamente pequeno, mas rico em natureza: florestas cobrem quase 50% do território, há centenas de lagos e rios, e o litoral letão possui praias longas e pouco exploradas. O clima é temperado, com invernos frios e verões amenos.


Como vivem os letões
















A Letônia possui uma população majoritariamente urbana, com cerca de um terço dos habitantes vivendo em Riga. O nível de desenvolvimento é alto, com boa infraestrutura, acesso à saúde e educação de qualidade. A cultura é fortemente influenciada pelas tradições bálticas, germânicas e russas. A língua oficial é o letão, mas o russo também é amplamente falado, especialmente entre a população mais velha.


O país valoriza muito suas tradições folclóricas — especialmente a música coral e danças típicas. Um dos eventos mais importantes é o Festival de Canções e Danças da Letônia, que acontece a cada cinco anos e reúne milhares de participantes de todas as idades.

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

QUANDO SURGIU A PRIMEIRA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL DO MUNDO?












A primeira inteligência artificial (IA) como campo de estudo foi oficialmente criada em 1956, durante a Conferência de Dartmouth, nos Estados Unidos. Esse evento é considerado o marco inicial da IA.

O termo "inteligência artificial" foi cunhado por John McCarthy, um dos organizadores da conferência, ao lado de Marvin Minsky, Claude Shannon e Allen Newell. Eles acreditavam que era possível ensinar máquinas a "pensar" ou simular a inteligência humana.

Alguns marcos importantes logo após isso:

- 1951–1952: Christopher Strachey cria um programa de xadrez primitivo.

- 1956: Na conferência de Dartmouth, nasceu a IA como campo acadêmico.









- 1958: John McCarthy desenvolve a linguagem de programação LISP, que se torna base para muitos sistemas de IA.

- 1966: Surge o ELIZA, um dos primeiros "chatbots", criado por Joseph Weizenbaum no MIT. Ele simulava uma psicoterapeuta e foi um dos primeiros programas a interagir em linguagem natural.

Então, embora a ideia exista há muito tempo, a IA como conhecemos hoje começou a tomar forma na segunda metade do século 20.

Quem foi Eliza?















ELIZA foi um dos primeiros chatbots da história, criado entre 1964 e 1966 por Joseph Weizenbaum, no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Ela simulava uma psicoterapeuta rogeriana, usando perguntas vagas e reformulações simples das falas do usuário para manter a conversa.

Como funcionava?

ELIZA usava scripts programados com padrões de palavras-chave. Quando o usuário digitava algo, o programa procurava termos específicos e respondia com frases pré-formatadas. Exemplo:

- Usuário: "Estou triste."  

- ELIZA: "Por que você está triste?"

Ela não “entendia” o que o usuário dizia — apenas aplicava regras linguísticas simples para dar a ilusão de compreensão.

Por que foi importante?




















- Foi uma revolução para a época, pois mostrou que computadores podiam simular diálogo humano básico.

- Muitos usuários acreditavam que ELIZA realmente entendia seus sentimentos, o que surpreendeu até seu criador.

- É considerada precursora dos chatbots modernos e um marco na história da inteligência artificial e processamento de linguagem natural.

Hoje, ELIZA é vista como um exemplo clássico de como respostas simples e bem estruturadas podem parecer “inteligentes”, mesmo sem real compreensão.

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QUAL É O REGIME POLÍTICO DE SINGAPURA?














Singapura é um país curioso e único em diversos aspectos — inclusive no seu regime político. Embora seja oficialmente uma República Parlamentarista, com eleições regulares e instituições organizadas segundo os princípios democráticos, na prática, o sistema político de Singapura é frequentemente descrito como uma democracia controlada ou democracia autoritária, devido ao forte controle do governo sobre diversos aspectos da vida pública e à hegemonia quase absoluta de um único partido político desde sua independência.


Estrutura formal do regime

A estrutura política de Singapura é baseada no modelo parlamentarista britânico, herança do período colonial. O país tem:

- Presidente da República, eleito por voto popular (desde 1991), com função majoritariamente cerimonial, embora tenha alguns poderes de veto em questões fiscais e de nomeações importantes.

- Parlamento unicameral, cujos membros são eleitos por voto direto a cada 5 anos.









- Primeiro-Ministro, que é o chefe de governo e o cargo mais poderoso do país. Ele é nomeado pelo presidente, geralmente o líder do partido majoritário no Parlamento.

- Um sistema judicial independente na estrutura, mas que tem sido alvo de críticas em casos relacionados à liberdade de expressão e ações contra opositores políticos.













O domínio do PAP

Desde sua independência em 1965, Singapura é governada pelo Partido da Ação Popular (People’s Action Party – PAP), fundado por Lee Kuan Yew, o pai da Singapura moderna. Lee governou o país de 1959 a 1990 e é amplamente creditado por transformar uma cidade portuária pobre em uma das economias mais desenvolvidas do mundo. Porém, sua liderança sempre foi marcada por um estilo autoritário, com pouco espaço para oposição real.

Mesmo após sua saída do poder, o PAP continuou dominando as eleições. Até hoje, o partido mantém uma maioria esmagadora no Parlamento. Embora Singapura tenha eleições livres, com direito ao voto universal, a liberdade política é altamente regulada. Leis rigorosas limitam protestos públicos, críticas ao governo e campanhas oposicionistas. A imprensa local é fortemente controlada, e os partidos opositores frequentemente enfrentam processos judiciais que podem resultar em multas ou até perda de elegibilidade para cargos públicos.

O governo defende essas medidas como necessárias para garantir estabilidade social, crescimento econômico e paz racial em um país pequeno, multirracial e com poucos recursos naturais. E de fato, Singapura é constantemente classificada como um dos países menos corruptos do mundo, com altíssimos níveis de segurança e educação.


Um modelo alternativo













O regime político de Singapura levanta debates sobre o que deve ser considerado uma "democracia verdadeira". Apesar das críticas, muitos cidadãos expressam satisfação com o modelo atual, argumentando que ele oferece eficiência, meritocracia, segurança e qualidade de vida.

Assim, Singapura representa um caso raro: um país rico, desenvolvido e extremamente organizado, sob um regime híbrido entre democracia formal e controle autoritário, que desafia modelos ocidentais tradicionais de governança.









O regime político de Singapura é, oficialmente, uma república parlamentarista democrática, mas na prática funciona como uma democracia com forte controle estatal e domínio partidário. É um exemplo de como o autoritarismo pode coexistir com estabilidade, eficiência e crescimento — ainda que às custas de uma liberdade política mais restrita.

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