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segunda-feira, 6 de outubro de 2025

EU POSSO ALUGAR IMÓVEL HMP E IMÓVEL HIS EM SÃO PAULO ( NÃO COMPRE IMÓVEL SEM LER ESTA POSTAGEM )
















LOCAÇÃO DE IMÓVEL HMP

É possível alugar um imóvel HMP em São Paulo, mas com restrições: a locação por temporada (como Airbnb) É PROIBIDA, sendo obrigatórios contratos de longo prazo para pessoas que se enquadram nas faixas de renda do programa HMP. O valor do aluguel também é limitado a 30% da renda da faixa atendida. 


O que é HMP?  

Habitação de Mercado Popular (HMP): Destinada a famílias com renda de até 10 salários mínimos.


Novas regras e o que está proibido:

Proibição do Short Stay: O aluguel em plataformas de temporada (como Airbnb) foi proibido para imóveis HMP e HIS. 

Contratos de Longo Prazo: Apenas contratos de locação de longo prazo são permitidos. 

Público Restrito: O locatário deve atender aos critérios de renda definidos para o HMP. Isso significa que o LOCATÁRIO tem que possuir uma renda de 10 SALÁRIOS MÍNIMOS, que atualmente ( Outubro/2025) está na faixa de R$ 15.180,00 

Limite de Aluguel: O valor do aluguel não pode exceder 30% da renda da faixa de renda que se enquadra o inquilino. Levando em conta que a renda HMP é R$ 15.180,00 ( Outubro/2025), o valor da locação seria no máximo R$ 4.554,00

Comprovação: O proprietário locador  deve comprovar que a renda do locatário está dentro dos limites do programa, segundo o que diz Kenlo. 


Para alugar um imóvel HMP em São Paulo você deve:


Verificar a classificação do imóvel (HIS ou HMP) consultando a matrícula e o contrato. 

Oferecer a locação apenas para o público que se enquadra nos critérios de renda do HMP. 

Utilizar apenas contratos escritos e com prazos de locação SUPERIORES A 30 MESES. 

Evitar plataformas de locação por temporada























LOCAÇÃO DE IMÓVEL HIS

Os imóveis His (Habitação de Interesse Social) em São Paulo, são destinados exclusivamente para moradia própria de famílias de baixa renda, com regras que proíbem aluguéis de curta duração como o Airbnb e estabelecem um limite para o valor do aluguel tradicional, que não pode exceder 30% da renda do locatário. 

Limites de valor de venda de imóves HIS ( Outubro/2025 )

Imóveis classificados HIS-1, HIS-2 têm agora teto máximo de venda, mesmo que o mercado queira valores mais altos. São eles:

- HIS-1: até R$ 266.000,00 

- HIS-2: até R$ 369.600,00


Renda HIS 1 e HIS2: 

HIS-1: para famílias de renda até 3 salários mínimos, ou renda per capita correspondente, conforme critérios do município. 

HIS-2: para famílias de renda entre 3 e 6 salários mínimos.


Objetivo do imóvel HIS

Moradia para beneficiários: As unidades HIS são destinadas apenas ao uso residencial da família beneficiária, que deve comprovar enquadramento na faixa de renda. 

Cumprimento da função social: A proibição de outros usos, como Airbnb, tem o objetivo de garantir que esses imóveis cumpram sua função social de moradia digna para quem precisa. 


Regras de locação de imóveis HIS

Proibição de short stay: É proibido alugar unidades His em plataformas de aluguel de curta duração, como o Airbnb. 

Limite de valor do aluguel: O valor do aluguel de longo prazo não pode ultrapassar 30% da renda familiar do inquilino, conforme o Decreto de maio de 2025. Veja abaixo:

1) Para imóveis HIS 1, em que a renda é de 3 salários mínimos, cerca de R$ 4.554,00 ( Valor referente a Outubro/2025, o valor da locação tem que ser no máximo R$ 1.366,20, que é 30% do valor de R$ 4.554,00.

2) Para imóveis HIS 2, em que a renda é de 6 salários mínimos, cerca de R$ 9.348,00 ( Valor referente a Outubro/2025, o valor da locação tem que ser no máximo R$ 2.804,40, que é 30% do valor de R$ 9.348,00.

Controle de renda: A comprovação de renda do locatário para enquadramento no programa é obrigatória, sendo responsabilidade do locador.


















Consequências do descumprimento 

Fiscalização: A Prefeitura de São Paulo fiscaliza esses imóveis e pode aplicar penalidades aos proprietários que descumprirem a finalidade social da unidade.

Portanto, o foco dos imóveis HIS é a moradia para a família e não para investimento, e o aluguel para este fim não é permitido pela legislação atua

Para mais informações, leia o decreto 64.244/2025

Leia também: COMPRAR IMOVEL NA PLANTA OU PRONTO, QUAL É A MELHOR OPÇÃO?


sexta-feira, 3 de outubro de 2025

SAIBA QUAIS SÃO OS 5 PAISES COM O PIOR TRÂNSITO DO MUNDO












Ficar parado em um engarrafamento é, para muitos, sinônimo de estresse, atraso e perda de qualidade de vida. Mas em alguns países, o trânsito vai muito além de um incômodo: torna-se um desafio diário que afeta a economia, a saúde e até a forma como as pessoas organizam suas rotinas. Vamos conhecer os 5 países com o pior trânsito do mundo, entender por que eles sofrem tanto com esse problema e o que está sendo feito para mudar esse cenário.


1. Filipinas













A capital, Manila, é frequentemente citada como uma das cidades mais congestionadas do planeta.

Causas: crescimento urbano desordenado, frota de veículos em expansão e transporte público insuficiente para atender a demanda.

Impactos: segundo estudos locais, motoristas podem perder mais de 250 horas por ano presos no trânsito.

Curiosidade: o governo tem investido em linhas de metrô e BRT (Bus Rapid Transit), mas a construção lenta faz com que os engarrafamentos ainda sejam parte da vida cotidiana.


2. Indonésia

















Jacarta, capital do país, já foi apelidada de “a cidade mais congestionada do mundo”.

Causas: a infraestrutura viária não acompanhou o rápido crescimento populacional; há excesso de motocicletas e carros particulares, somado à falta de transporte coletivo eficiente.

Impactos: estima-se que a economia perca bilhões de dólares anualmente devido ao tempo desperdiçado no trânsito.

Curiosidade: o governo da Indonésia decidiu mudar a capital para Bornéu (Nusantara), em parte para aliviar o caos de Jacarta.


3. Índia










Com cidades gigantes como Mumbai, Nova Délhi e Bangalore, a Índia enfrenta congestionamentos diários que podem durar horas.

Causas: explosão populacional, ruas estreitas em muitas regiões, excesso de veículos e falta de planejamento urbano.

Impactos: além do tempo perdido, o trânsito indiano é marcado pelo barulho constante de buzinas e altos níveis de poluição do ar.

Curiosidade: em alguns locais, a presença de vacas nas ruas, consideradas sagradas, também contribui para o tráfego lento.


4. México













Na Cidade do México, os motoristas podem gastar em média 3 a 4 horas por dia em congestionamentos.

Causas: frota enorme de automóveis particulares, transporte coletivo sobrecarregado e desigualdade no planejamento urbano.

Impactos: o trânsito pesado contribui para altos níveis de poluição atmosférica e para problemas de saúde como doenças respiratórias.

Curiosidade: a capital mexicana chegou a implementar o rodízio de veículos (Hoy No Circula), mas os engarrafamentos persistem.


5. Brasil













Grandes cidades brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro, são conhecidas pelo trânsito intenso.

Causas: concentração populacional nas metrópoles, dependência excessiva do carro particular e transporte público sobrecarregado.

Impactos: em São Paulo, motoristas podem enfrentar filas que chegam a mais de 100 km em horários de pico.

Curiosidade: o rodízio de carros existe desde os anos 1990 em São Paulo, mas apesar de amenizar, nunca resolveu completamente o problema.












O trânsito caótico é resultado de uma combinação de fatores: crescimento populacional acelerado, falta de planejamento urbano, dependência de veículos particulares e infraestrutura insuficiente de transporte público. Filipinas, Indonésia, Índia, México e Brasil representam os casos mais extremos, mas o problema é global.

Para melhorar, muitos desses países têm apostado em soluções como metrôs, ônibus rápidos, ciclovias e até mudanças de capital. Ainda assim, mudar a mentalidade e incentivar o transporte coletivo e sustentável pode ser a chave para que as futuras gerações não passem tantas horas presas atrás do volante.

Leia também: SAIBA COMO TER UMA RENDA EXTRA HONESTA E SEM GOLPES

QUAIS SÃO AS VESTIMENTAS QUE SÃO UTILIZADAS EM SINGAPURA?



















Em Singapura, as vestimentas variam bastante porque o país é multicultural, quente e úmido (clima tropical). Isso faz com que a forma de se vestir seja influenciada tanto pelas tradições étnicas quanto pelo estilo moderno e ocidental. Aqui estão as principais:

No dia a dia

Roupas leves e casuais: camisetas, polos, blusas, vestidos, shorts e calças leves, sempre em tecidos respiráveis como algodão e linho.

Estilo ocidental: como é um centro financeiro e moderno, ternos, roupas sociais e business casual são comuns em escritórios.



Moda urbana: jovens e adultos costumam usar roupas de grife asiáticas e internacionais, já que Singapura é um hub de compras.

Vestimentas tradicionais (ligadas à etnia e cultura)

Chineses: Cheongsam (ou qipao), vestido feminino justo e elegante, tradicional em eventos e festividades.














Tangzhuang: jaqueta masculina usada em ocasiões especiais.



Malaios: Baju Kurung, conjunto feminino de blusa longa com saia.





































Baju Melayu: conjunto masculino com camisa de mangas longas e calça, geralmente usado com o samping (tecido amarrado na cintura) e songkok (chapéu).

















Indianos: Sári, peça longa de tecido enrolada no corpo, muito usada pelas mulheres.














Salwar Kameez: túnica longa com calça justa.




































Kurta: túnica masculina, às vezes usada com dhoti (tecido enrolado na cintura).




































Vestimentas religiosas

Mulheres muçulmanas podem usar hijab (véu islâmico) junto com roupas tradicionais ou modernas.











Em templos hindus e budistas, visitantes geralmente precisam usar roupas modestas (sem ombros ou pernas de fora).


















No cotidiano, predomina o estilo moderno e prático por causa do calor, mas nas datas culturais, casamentos, festivais e celebrações como o Ano Novo Chinês, o Hari Raya Aidilfitri (muçulmano) e o Deepavali (hindu), os trajes tradicionais ganham destaque.

Leia também: OS HOMENS DA CAVERNA VIVERAM JUNTOS COM OS DINOSSAUROS?

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