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terça-feira, 10 de março de 2015

SAIBA COMO CADASTRAR A SUA CRIANÇA EM CEI ESPECÍFICA



Uns dos grandes problemas que estamos tendo no nosso CEI, é atender a solicitação de alguns pais de colocar a criança para concorrer à vaga de CRECHE ESPECÍFICA, pois, após reativar o cadastro da criança, o próximo passo é entrar no sistema e colocar  a escola que os pais optaram, mas ao entrar na página, o sistema só habilita o campo para colocar o setor, os demais campos ficam desabilitados, impossibilitando a prestação de serviço adequada aos pais. Quando isso ocorria, a informação errônea que era dado aos pais, é que somente no ato da desistência da vaga, é que haveria a possibilidade de cadastrar a criança na escola específica. Devido a grande dúvida, a direção da escola solicitou que o setor responsável na DRE da nossa região, esclarecesse e orientasse qual era o passo à passo para efetivar esse cadastro.
Pois bem, com os esclarecimentos da DRE (Diretoria Regional de Educação), descobrimos que para que esse serviço possa ser feito com êxito, o protocolo a ser seguido fielmente é o seguinte:

1º) A Escola é OBRIGADA entrar em contato com os pais ou responsáveis, informando a convocação da criança para EFETIVAR A MATRÍCULA;

2º) Após o contato da escola, os pais vão no dia e horário estabelecidos pela unidade escolar para Efetivar ou Não Efetivar a matrícula;

3º) Caso os pais não desejarem a vaga, o secretário da escola vai clicar em RECUSAR MATRÍCULA;

4º) Após RECUSAR MATRÍCULA, clicar em DESISTÊNCIA DE VAGA e será gerado o protocolo de desistência, que deverá ser assinado pelo pai ou responsável. 

Com o procedimento acima, quando os pais forem reativar o cadastro da criança, a escola que fizer esse procedimento de reativação conseguirá cadastrar a ESCOLA ESPECÍFICA.

Mas por que muitas escolas não estão conseguindo cadastrar a ESCOLA ESPECÍFICA?
Resposta: Muitos CEIS, na sua grande maioria, Conveniados e Indiretos, estão descumprindo a orientação da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, de EFETIVAR A MATRÍCULA somente após o comparecimento dos pais ou responsáveis na Unidade Escolar, e estão MATRICULANDO primeiro a criança e depois é que estão ligando para os pais irem na escola somente para entregar os documentos da criança.
Ao MATRICULAR a criança antes de comunicar os pais, a escola está tirando o direito dos pais que tem o desejo da sua criança concorrer para uma Escola Específica, pois ao fazer esse procedimento, o sistema desabilita essa opção de escolha de Escola, por esse motivo, as escolas não estão conseguindo cadastrar a escola específica no ato da Reativação do Cadastro.

Mas qual é a principal desculpa das escolas MATRICULAREM sem avisar primeiramente os pais? 
Resposta: A principal desculpa é que o prazo para matricula pode vencer, e a criança perde a vaga. 

Mas se é errado matricular antecipadamente, qual é o procedimento para que isso não ocorra?
Resposta: Os pais tem a obrigação de manter os telefones e o endereço atualizados, e a escola tem a obrigação de acompanhar com muita atenção o ENCAMINHAMENTO DE CRIANÇAS.

O que a Secretaria Municipal de Educação poderia fazer?
Resposta: A SME poderia ter um setor de fiscalização rigorosa, pois ocorrem muitos casos dos CEI Conveniados e Indiretos MATRICULAREM a criança e não entram em contato com os pais, levando em conta que eles recebem por cabeça, para onde vai o dinheiro da criança fantasma? Fato real: Uma vez uma mãe foi numa escola para saber a posição da criança na fila de espera, e qual foi a surpresa, a criança estava matriculada a 8 meses, mas nunca frequentou a escola, pois a escola nunca entrou em contato; detalhe, os telefones estavam todos atualizados. A partir dai, começaram a surgir vários casos, e sempre com a mesma escola, até que um dia a Prefeitura fechou a tal escola.

Resumindo, para dar o direito de escola especifica a uma criança, NÃO PODE EM HIPÓTESE ALGUMA MATRICULAR, a criança tem que permanecer no EFETIVA MATRICULA!

segunda-feira, 9 de março de 2015

MACONHA, LEGALIZE JÁ?

A maconha pode ser considerada a droga mais polêmica que existe no mundo, pois há muitas pessoas que defendem a sua legalização em forma de cigarros, pois entendem que ela não causa nenhum maleficio, mas existe uma corrente, formada pela grande maioria das pessoas, que entendem que a maconha é uma droga com um grande poder de destruição, pois consome o viciado, bem como a sua família. Diante dessa afirmação que a maconha é prejudicial a saúde, poderíamos finalizar esta postagem com esta conclusão, mas essa conclusão seria muito parcial, pois os mesmos cientistas que concluíram que que essa droga é perigosa, também concluíram que essa mesma droga pode ser um "santo remédio" para alguns tipos de doenças, mas existem muitas dúvidas acerca da maconha do "mal" e a maconha do "bem" ( Se é que podemos dizer assim ), por esse motivo o FORSALE entrevistou o Doutor Neuri Pires, Psicólogo, Especialista da UNIFESP em Medicina Comportamental e Terapias Cognitivas para tratamento de Álcool e Outras Drogas.

                                                                         FORSALE:  Qual a sua definição sobre a maconha?
Dr Neuri: A maconha é uma substância psicoativa capaz de alterar o funcionamento do cérebro em suas condições normais.  A maconha é considerada uma perturbadora do sistema nervoso central, ou seja, ela faz com que a pessoa tenha alteração da senso-percepção e fique “desligada” do tempo e espaço. Por exemplo, após ter feito o uso, a pessoa pode achar que tenha passado três horas, quando na verdade só passou meia hora.


FORSALE: A maconha vicia?
Dr Neuri: Primeiramente não utilizamos esse termo “vicio”, pois ele é pejorativo e estigmatizante, entretanto sabemos que ela causa dependência com o uso continuado.

FORSALE: Quais os efeitos prejudiciais à saúde que ela pode provocar?
Dr Neuri: A maconha causa, em curto prazo, déficit cognitivo e de memória, mas que revertidos quando se cessa o uso. Em longo prazo, há diversos estudos que apontam um prejuízo da memória, falta de concentração, síndrome amotivacional (perda da vontade de fazer tudo) e em alguns casos pode desencadear um surto psicótico ou quadro esquizofrênico (principalmente se a pessoa já tem uma pré-disposição genética). Como se ele fosse uma “chave” que “abre uma porta”, mas que talvez nunca fosse aberta. O uso também pode acelerar ou antecipar um transtorno mental. Claro que devemos estar atentos a outros fatores envolvidos para o aparecimento da doença. Por isso uma avaliação com o especialista é necessária.

FORSALE: Muitas drogas autorizadas pela ANVISA podem causar dependência, qual é a diferença da dependência provocada pelas drogas legalizadas, com a dependência provocada pela maconha?
Dr Neuri: Fato: são drogas para uso médico e só podem ser prescritas por eles. Com isso supõe-se que há um controle (por exemplo, aviamento de receitas) e com o acompanhamento médico, o individuo não corre risco de tornar-se dependente de uma droga caracterizada como “legal”.

FORSALE: Parece que a maconha tem algum princípio ativo que pode ser considerado um remédio para a cura de várias doenças, realmente existe esse principio ativo?
Dr Neuri: Não chamamos de cura, mas de um auxilio para o tratamento de algumas doenças crônicas. O principio ativo é chamado de Delta-9-tetrahidrocanabinol, de onde é retirado e feito a medicação (canabidiol) a base dessa substância.

FORSALE: Para qual(is) doença(s) ela pode utilizada como remédio?
Dr Neuri: Pode ser utilizada para pacientes que realizam quimioterapia (diminui o enjôo e vômitos), com esclerose múltipla, portador da AIDS, dor crônica, glaucoma entre outros.

FORSALE: Se ela serve de remédio, então por que não é liberado pela ANVISA?
Dr Neuri: Recentemente, devido aos processos jurídicos promovidos por algumas famílias brasileiras, a medicação a base de THC foi classificada no eixo de drogas permitidas para o tratamento, ou seja, ela deixa ser proscrita e pode ser prescrita para fins terapêuticos  e médicos auxiliando no controle de sintomas de algumas doenças.

FORSALE: Existe diferença entre a ação provocada pelo efeito causado pela maconha ao fumá-la, com o de utilizá-la como remédio?
Dr Neuri: Sim, a inalação da maconha vai direto para área vascularizada dos pulmões e segue direto para o cérebro dando o efeito sugerido pelos usuários.  A droga sintetizada no laboratório e para fins terapêuticos age em receptores específicos  do cérebro que atuam diretamente no problema, ou seja, não causam dependência.

FORSALE: O uso da maconha contribui para a violência?
Dr Neuri: Essa é uma questão complexa, pois o uso em si da droga não é fator de risco para violência. Infelizmente, com a cultura advinda do EUA de “guerra as drogas”, popularizaram essa crença na sociedade e no inicio da década de setenta muitos usuários de maconha foram presos por isso e desencadeou um aumento significativo de prisões entre pessoas negras, adolescentes e sem ficha anterior, promovendo a discriminação e segregação racial.

FORSALE: Como proceder caso alguma pessoa seja ou tenha conhecido que seja dependente da maconha e deseja deixar o vício?
Dr Neuri: A dependência em si, precisa de tratamento, sabemos que é possível parar sem qualquer tipo de tratamento, mas isso ocorre numa pequena parcela da população. A sua grande maioria precisa de tratamento e devemos pensar que para cada pessoa há um tipo de tratamento. Não devemos nunca forçar o individuo a fazer algo que ele não queira. Internação não é um recurso para tratar a dependência da maconha, isso só contribui para aumentar o estigma e preconceito associado a problemática das drogas. Com a participação da família e o envolvimento da sociedade podemos prover um cuidado e se pensarmos na prevenção como estratégia ser utilizada, com certeza estaremos evitando com que nossos jovens não faça uso de drogas.

FORSALE: Dr Neuri, nós agradecemos pela entrevista, e queremos dizer que foi uma grande honra em ter um profissional de alta qualidade contribuindo com o nosso blog.
Dr Neuri: Eu que agradeço essa oportunidade, parabéns pelo blog.



Neuri Pires das Merces
CRP 06/71041
Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental
Mestre em Ciências da Saúde - EEUSP
Especialista em Medicina Comportamental e Terapias Cognitivas para Tratamento de Álcool e Outras Drogas - UNIFESP
Membro do Grupo de Pesquisa em Álcool e Outras Drogas - GEAD USP
Supervisor EAD - Fé na Prevenção UNIFESP/SENAD

Contato:
(11) 98644-3195 - R. Clélia, 339 - Perdizes, São Paulo, SP.
(13) 99155-7989 - Av. Presidente Costa e Silva, 609, Conj. 404, Sala 05 - Boqueirão
E-mail: neuri@usp.br

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

"ÃO, ÃO, ÃO, SEGUNDA DIVISÃO!

No mundo do futebol, quando um determinado clube desce para a segunda divisão, geralmente, os jogadores são os mais cobrados por tal humilhação, pois muitos entendem que são eles que tem a maior responsabilidade, pois são eles que jogam bola, mas na verdade, quando um clube cai para a segunda divisão, a queda começou bem antes, talvez em muitos anos atrás, onde os dirigentes do clube não fizeram bons investimentos, contratando jogadores errados, não investindo em marketing, não investindo na parte social do clube, e o pior de tudo, afundando o clube em dividas e denúncias de corrupção. A incompetência dos dirigentes se reflete no campo, pois numa empresa, qual funcionário trabalha feliz sem receber seu salário, benefícios e condições dignas de trabalho? Para quem já trabalhou nessas condições adversas sabe bem, que nem dá vontade de ir trabalhar! Mas infelizmente, os funcionários que tem contato direto com o consumidor final sempre será o culpado, pois para o consumidor final, a má vontade é dele.
Comparando a situação citada acima com a Petrobras (Petróleo Brasileiro), quem vai levar a culpa por ela ter sido rebaixada como empresa inconfiável para investimentos? Será o "João", o "José" que faz o serviço braçal numa distante plataforma no meio do mar? Na verdade, para a Petrobras chegasse na vergonha que chegou, a festa dos ratos provavelmente já acontecia a anos, revirando a estatal, como se estivessem revirando uma lixeira suja e fedorenta, e se esbaldando no meio da podridão, comendo e bebendo as custas dos acionistas, que ao longo dos anos, depositaram a sua confiança na empresa, que a propósito, sempre era passado informações de que a empresa estava sempre indo "tudo bem, obrigado!" Seria informações falsas e maquiadas? 
A grande dúvida que fica, é quem vai levar a culpa, será o "João e o José" que fazem o serviço braçal numa distante plataforma de Petrobras?


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