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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

FUGA DE ALCATRAZ: VOCÊ VAI SE SURPREENDER COM AS NOVAS REVELAÇÕES DESSE CASO EMBLEMÁTICO



Em 11 de junho de 1962, um dos capítulos mais fascinantes e misteriosos da história criminal dos Estados Unidos aconteceu na famosa prisão de Alcatraz, localizada na baía de São Francisco, Califórnia. Considerada praticamente impossível de ser escapada por causa de seus muros, vigilância rígida e as águas geladas ao redor, a prisão ficou imortalizada por uma fuga que ninguém poderia prever — três prisioneiros conseguiram escapar sem deixar vestígios. 


A Fuga Histórica










Os detentos Frank Lee Morris e os irmãos John e Clarence Anglin passaram meses cavando um túnel improvisado com ferramentas rudimentares, como colheres, uma broca feita de motor de aspirador de pó e muita paciência. Eles criaram cabeças de papel‑machê com cabelo humano para colocar em suas camas na noite da fuga, enganando os guardas durante a inspeção. Depois de escapar de suas celas por um duto de ventilação, eles alcançaram o pátio e lançaram uma jangada improvisada com capas de chuva roubadas para tentar atravessar as águas da baía até a costa. 












Oficialmente, as autoridades concluíram que eles provavelmente morreram afogados nas águas geladas da baía de São Francisco, como acontece com a maioria dos fugitivos que tentaram escapar dali, já que nenhum corpo foi encontrado. Apesar disso, a falta de evidências concretas deixou o caso em aberto e alimentou décadas de especulações. 




















Ossada Encontrada e Exame Oficial











Em algum momento após a fuga, restos mortais foram encontrados na área, e inicialmente muitos acreditaram que poderiam ser dos fugitivos de 1962. No entanto, o FBI realizou testes de DNA nessas ossadas e confirmou que elas não pertenciam a nenhum dos irmãos Anglin ou a Frank Morris, afastando a hipótese de que aqueles restos fossem deles. 


Essa descoberta reforçou o mistério, já que a conclusão oficial de morte por afogamento ficava cada vez mais frágil sem vestígios físicos — incentivando teorias alternativas sobre o destino dos três homens.


 A Foto do Brasil — Verdade ou Mito?















Um dos elementos mais intrigantes da história é uma fotografia supostamente tirada em 1975 no Brasil. Segundo relatos apresentados por familiares dos irmãos Anglin, um amigo da família chamado Fred Brizzi teria encontrado John e Clarence no Brasil, posando ao lado de um formigueiro gigantesco em uma fazenda próxima ao Rio de Janeiro. 





















Essa foto foi analisada por especialistas forenses que trabalharam com a família dos fugitivos e, de acordo com alguns desses peritos, os homens na imagem eram “muito prováveis” de serem John e Clarence Anglin. A análise considerou elementos faciais e proporcionais, apesar de limitações como os óculos escuros e a idade dos homens na foto. 

O especialista forense que analisou a fotografia dos fugitivos de Alcatraz (especificamente uma foto tirada no Brasil em 1975, que supostamente mostrava John e Clarence Anglin) é Michael W. Streed. 

















Streed é um sargento de polícia aposentado e artista forense do Departamento de Polícia de Baltimore, que agora trabalha como especialista em imagens forenses. Ele analisou a imagem para um documentário do History Channel, concluindo que havia mais semelhanças do que diferenças em comparação com as fotos oficiais dos homens. 

Outra análise da mesma foto foi feita usando um sistema de reconhecimento facial baseado em inteligência artificial (IA) pela empresa Identv, com o cientista-chefe de IA Mark Hughes à frente do projeto, que relatou uma correspondência de 99% para cada um dos irmão

De acordo com esse relato — apresentado inclusive no documentário Alcatraz: Search for the Truth — os irmãos teriam sobrevivido à fuga e se estabelecido no Brasil, vivendo fora do radar das autoridades por décadas. Os defensores dessa teoria afirmam também que cartas e cartões de Natal contendo a caligrafia dos Anglin teriam sido recebidos pela família nos anos seguintes à fuga, reforçando a possibilidade de que eles realmente tenham escapado. Os cartões de natal que supostamente foram enviadas pelos fugitivos aos parentes, não puderam ser utilizadas como comprovantes, pois não foi comprovada a veracidade das datas de envio.














A fuga dos irmãos John e Clarence Anglin e de Frank Morris em 1962 permanece um dos enigmas mais instigantes da história carcerária. Apesar de a investigação oficial ter concluído que os três provavelmente se afogaram após a fuga, a falta de provas físicas e as evidências circunstanciais, como as fotos supostamente tiradas no Brasil, continuam alimentando a especulação de que eles podem ter sobrevivido e vivido décadas depois em um novo país. 











No fim, a verdade sobre o destino desses homens ainda não foi definitivamente comprovada, e por isso o mistério de Alcatraz segue sendo objeto de fascínio para investigadores, historiadores e o público em geral.

É importante ressaltar que, embora essa fotografia e as evidências circunstanciais tenham sido consideradas significativas por alguns pesquisadores, elas nunca foram oficialmente validadas pelo FBI ou por agências policiais internacionais, que mantêm o caso como não resolvido. [1]


 Por que a História Ainda Fascina










A fuga de Alcatraz continua sendo um dos mistérios mais duradouros do século XX por várias razões:

- O planejamento engenhoso da fuga desafia a lógica de que Alcatraz fosse impossível de escapar.   

- A ausência de corpos deixa espaço para dúvidas sobre a conclusão oficial de morte.  

- Evidências circunstanciais, como cartas e fotos, continuam surgindo e alimentando teorias alternativas. 

- A própria cultura popular — com filmes, livros e documentários — mantém o caso vivo na imaginação do público. 

Leia também: COMO SURGIU A PRIMEIRA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL


segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

O QUE É NECESSÁRIO PARA SER CORRETOR DE IMÓVEIS NOS EUA?





















Se você já pensou em trabalhar com vendas de imóveis em um mercado sólido, competitivo e cheio de oportunidades, a carreira de corretor de imóveis nos Estados Unidos pode ser uma excelente escolha. Com um setor imobiliário aquecido e um sistema profissional bem estruturado, atuar como real estate agent ou broker pode trazer liberdade financeira e realização pessoal. Neste texto, você vai entender o que é necessário para seguir essa profissão, os passos para obter sua licença, as vantagens e desafios da carreira, além da média de ganhos que esse profissional pode alcançar.













O processo para se tornar um real estate agent exige alguns passos formais. O primeiro deles é cursar uma escola imobiliária (real estate school) aprovada pelo estado em que se deseja atuar. Cada estado tem sua própria exigência de carga horária. Por exemplo, na Flórida são 63 horas de curso, enquanto na Califórnia exige-se 135 horas. O curso cobre legislação imobiliária, práticas de venda, ética, contratos, financiamento, entre outros temas essenciais.





















Após concluir o curso, é necessário passar por uma prova de licenciamento estadual. Esse exame avalia o conhecimento teórico do candidato e pode ser feito em centros credenciados. Uma vez aprovado, o profissional precisa se registrar no órgão regulador local, submeter-se a uma verificação de antecedentes criminais e encontrar uma corretora (brokerage) para se associar, já que só é possível trabalhar legalmente vinculado a uma.





















Vantagens da carreira:

Ser corretor de imóveis nos Estados Unidos é uma carreira que atrai muitos profissionais, tanto americanos quanto estrangeiros que desejam ingressar no mercado imobiliário norte-americano. O setor é altamente dinâmico e competitivo, mas também oferece liberdade, bons ganhos e oportunidades de crescimento, especialmente para quem sabe construir uma boa rede de contatos e atua com ética e profissionalismo. A seguir, explicamos em detalhes o que é necessário para se tornar um corretor de imóveis nos EUA, além das principais vantagens, desvantagens e média salarial.

















Para começar, é importante entender a diferença entre dois termos comuns no setor: "real estate agent" e "real estate broker". O primeiro é o profissional licenciado para atuar em transações imobiliárias, geralmente vinculado a uma corretora (brokerage). Já o "broker" é um agente mais experiente, com licença avançada, que pode abrir sua própria corretora e supervisionar outros agentes. Todo corretor começa como agent e, após adquirir experiência e passar por uma nova certificação, pode se tornar broker.













Ser corretor nos EUA oferece grande flexibilidade. O profissional pode fazer seus próprios horários, atender clientes diversos e explorar nichos variados, como imóveis residenciais, comerciais, de luxo ou para investidores. As comissões são atrativas — em média, os corretores recebem de 2,5% a 3% do valor total da venda, podendo chegar a mais em negociações especiais. Com o mercado imobiliário americano em constante movimento, há espaço para crescer rapidamente.


Desvantagens:  

Por outro lado, a profissão também exige resiliência. O corretor é um autônomo, o que significa que não tem salário fixo, benefícios ou garantias trabalhistas. É preciso correr atrás dos próprios clientes, gerenciar os altos e baixos do mercado e lidar com a concorrência acirrada. Também há custos para manter a licença ativa, participar da associação de corretores (NAR – National Association of Realtors) e investir em marketing, seguro e atualização profissional.
















Quanto ganha um corretor nos EUA?

A renda varia bastante. Segundo o U.S. Bureau of Labor Statistics (dados de 2023), a média salarial anual de um real estate agent nos EUA é de cerca de US56.000, mas os profissionais mais experientes, com forte presença no mercado e bom networking, podem ultrapassar facilmente US 100.000 por ano. Já os brokers, por terem mais responsabilidades e acesso a maiores comissões, têm média salarial de US85.000 a US 120.000 anuais.


Para imigrantes ou brasileiros que desejam atuar como corretores, é totalmente possível — desde que estejam legalmente residindo nos EUA, com visto adequado ou green card. O processo de licenciamento é o mesmo para cidadãos e estrangeiros residentes. Alguns estados exigem número de seguro social, endereço fixo e comprovante de residência.













Em resumo, a profissão de corretor de imóveis nos EUA pode ser extremamente lucrativa e satisfatória, mas exige preparação, persistência e visão estratégica. Não é um caminho garantido, mas para quem se dedica, constrói uma boa reputação e entende o funcionamento do mercado local, as recompensas podem ser significativas.

Leia também: O DIREITO A VIDA SERIA A SOLUÇÃO PARA AS LEIS BRASILEIRAS?

QUEM INVENTOU O DESENHO ANIMADO?



















Não há um único "criador", mas o francês Émile Cohl é amplamente reconhecido por criar o primeiro desenho animado projetado em um cinema moderno, "Fantasmagorie", em 1908, com animação de desenhos feitos à mão. Antes dele, Émile Reynaud já exibia animações com o Praxinoscópio no fim do século XIX, e Joseph-Antoine Plateau desenvolveu a primeira máquina de desenhos animados, o Fenacistoscópio, em 1832, explorando a persistência da visão.  













Pioneiros Importantes:

Joseph-Antoine Plateau (Bélgica, 1832): Inventou o Fenacistoscópio, um aparelho que criava a ilusão de movimento a partir de imagens estáticas. 












Émile Reynaud (França, 1892): Criou o Praxinoscópio e projetou filmes animados em seu Théâtre Optique, como "Pauvre Pierrot". 

Émile Cohl (França, 1908): Considerado o pai da animação moderna por "Fantasmagorie", o primeiro curta feito inteiramente de desenhos desenhados à mão e filmados. 

















James Stuart Blackton (EUA, 1906): Lançou "Humorous Phases of Funny Faces", usando desenhos em um quadro-negro, embora haja debate se é "animação" no mesmo sentido de Cohl. 

Portanto, a criação do desenho animado foi um processo evolutivo, com muitos inventores contribuindo para a técnica, mas Émile Cohl deu um grande salto com a técnica de animação sequencial de desenhos em película, abrindo caminho para os estúdios e a indústria que conhecemos hoje. 

No Brasil e na Televisão










Primeiro desenho brasileiro: 

"O Kaiser" (1917), de Álvaro Marins (Seth), foi a primeira produção animada do país.

Primeiro na TV brasileira: 

"Pica-Pau" foi o pioneiro ao estrear na Rede Tupi em 19 de setembro de 1950, um dia após a inauguração da emissora.











Primeiro em cores (Oscar): "Flowers and Trees" (1932), da Disney, foi o primeiro a utilizar o sistema Technicolor de três cores e o primeiro curta de animação a vencer um Oscar. 


Curiosidade









O Gato Félix é frequentemente citado como o primeiro desenho animado a passar na TV, mas com uma distinção técnica importante: ele foi a primeira imagem de um personagem animado transmitida para testes de televisão. 

Aqui estão os detalhes desse marco histórico:

O Teste de 1928: Em 1928, engenheiros da RCA (que viria a ser a NBC) nos Estados Unidos utilizaram um boneco de papel machê do Gato Félix para testar as primeiras transmissões experimentais.










Por que o Gato Félix? Ele foi escolhido por causa de suas cores contrastantes (preto e branco), que eram ideais para a baixa definição das câmeras da época, e porque o boneco não sofria com o calor intenso das lâmpadas dos estúdios, ao contrário de atores humanos.

Transmissão: 

O boneco ficava girando em cima de um toca-discos enquanto a imagem era transmitida via rádio para receptores de teste.











Na TV regular: 

Embora tenha sido o pioneiro em testes, a primeira animação exibida para o público em uma transmissão de TV (em 1930) também é atribuída ao Gato Félix por algumas fontes. No entanto, a primeira série produzida especificamente para a TV foi Crusader Rabbit em 1950. 

Leia também: O DIREITO A VIDA SERIA A SOLUÇÃO PARA AS LEIS BRASILEIRAS

COMO COMPRAR UM IMÓVEL DOS ESTADOS UNIDOS?













Comprar um imóvel nos Estados Unidos pode ser uma excelente oportunidade, tanto para morar quanto para investir. O processo é acessível inclusive para estrangeiros, mas exige planejamento e atenção a cada etapa. Abaixo, você confere um passo a passo detalhado de como funciona essa jornada:













O primeiro passo é definir o tipo de imóvel e a localização desejada. Os EUA oferecem uma grande variedade de opções: casas, apartamentos, imóveis comerciais, e em diferentes estados — cada um com regras e custos próprios. Depois, é essencial contar com um corretor de imóveis licenciado nos EUA (realtor), que entenda as leis locais e facilite toda a negociação, inclusive para compradores internacionais.





















Com a ajuda do corretor, você poderá fazer visitas (presenciais ou virtuais) e escolher o imóvel. Após a escolha, será feita uma oferta formal (Offer Letter), que pode ser aceita, rejeitada ou negociada. Quando há acordo, ambas as partes assinam o contrato de compra (Purchase Agreement), e o comprador faz um depósito inicial (Earnest Money), que geralmente é entre 1% e 10% do valor do imóvel.













Depois disso, inicia-se o período de inspeção, no qual é possível verificar as condições estruturais do imóvel. Também é nesse momento que o comprador deve providenciar o financiamento (caso não vá pagar à vista). Estrangeiros podem financiar até 60% do valor do imóvel, com entrada mínima de 30% a 40%, dependendo do banco.













Por fim, acontece o “closing” — a assinatura final do contrato e a transferência do imóvel. Todos os documentos são assinados com o auxílio de um advogado ou empresa de título (title company), que também garante que o imóvel está livre de dívidas. Após o pagamento final, o imóvel passa oficialmente para o nome do comprador.













Embora pareça complexo, com orientação certa e um bom planejamento financeiro, comprar um imóvel nos EUA pode ser mais simples do que parece. É um processo transparente, com segurança jurídica e grande potencial de valorização.

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

CONHEÇA OS DESENHOS ANIMADOS ASSISTIDOS ENTRE O ANO DE 2020 A 2025



Mesmo com o avanço do streaming e do YouTube, os desenhos animados continuaram presentes na vida das crianças brasileiras entre os anos de 2020 e 2025, especialmente nos canais pagos e em blocos infantis da TV aberta. Nessa fase, as animações se tornaram ainda mais diversas, com representatividade, conteúdos educativos e abordagens modernas. Abaixo, estão elencados alguns dos desenhos que marcaram esse período e os canais onde foram exibidos:

1. Miraculous: As Aventuras de Ladybug  

Continua sendo um dos maiores sucessos do Gloob, com novas temporadas entre 2020 e 2025. A história de Marinette e Adrien segue conquistando fãs com seus episódios cheios de ação e romance.


2. Patrulha Canina (Paw Patrol)  













A série se manteve firme no Discovery Kids e na TV Cultura. Novos personagens e aventuras foram adicionados, inclusive filmes.


3. O Show da Luna!  

A animação brasileira permaneceu relevante no Discovery Kids, sempre com episódios educativos voltados à curiosidade científica infantil.


4. Mundo Bita  

Com novos clipes e temas, continuou sendo um sucesso entre os pequenos. Presente na TV e em plataformas como YouTube.


5. Peppa Pig



Mesmo com mais de uma década de exibição, Peppa segue popular e com episódios inéditos, exibidos na TV Cultura e Discovery Kids.


6. Galinha Pintadinha Mini  

Nova versão da clássica Galinha Pintadinha, com episódios curtos, interativos e educativos.


7. Os Jovens Titãs em Ação  

Exibido amplamente no Cartoon Network e na Warner Channel, manteve sua fórmula de humor rápido e referências pop.


8. O Incrível Mundo de Gumball  















Exibido em reprises e com novos especiais no Cartoon Network, segue como favorito entre crianças e adolescentes.


9. Masha e o Urso  

Exibido no SBT e no canal ZooMoo, manteve seu lugar entre os pequenos, principalmente por seu humor físico e visual.


10. Bluey  

A série australiana se tornou um sucesso no Disney Junior e TV Cultura, por abordar com sensibilidade o cotidiano familiar.


11. Cocomelon (na versão para TV) 












 

Apesar da origem no YouTube, passou a ser exibido em canais como TV Cultura e ZooMoo, com músicas educativas para bebês.


12. Ladybug & Cat Noir – O Despertar (filmes e especiais)  

Além da série, o universo Miraculous teve filmes e especiais exibidos em canais como Gloob.


13. Molang  

Desenho silencioso com personagens fofos, exibido na TV Cultura, com foco em emoções e gentileza.


14. Daniel Tigre













Educativo e emocional, continuou sendo exibido no Discovery Kids, com foco em empatia e inteligência emocional.


15. Ziggy e os Zootramas  

Uma produção nacional exibida na TV Rá-Tim-Bum, com temas ecológicos e educativos.


16. Mini Beat Power Rockers  

Desenho musical com bebês roqueiros, exibido no Discovery Kids e também presente em streaming.


17. Turma da Mônica (versões novas)  














Continua sendo exibida em versões animadas atualizadas, com enfoque em valores e cultura brasileira.


18. Pipas & Balões  

Animação brasileira lançada em 2022, voltada ao público pré-escolar, com foco em inclusão e diversidade.


19. Super Wish  

Desenho do Cartoonito voltado para o público de 2 a 5 anos, com aventuras mágicas e mensagens positivas.


20. Kipo e os Animonstros  













Embora mais forte no streaming, foi exibido em alguns blocos de TV paga com boa recepção.


Entre 2020 e 2025, os desenhos animados na TV brasileira passaram a refletir melhor a diversidade cultural e social do mundo. Com temáticas mais sensíveis, educativas e bem produzidas, mesmo concorrendo com as plataformas digitais, a TV ainda teve papel importante na formação das novas gerações — mantendo viva a magia das animações tradicionais.









Leia também: PRINCIPAIS DESENHOS DOS ANOS 80

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

DESENHOS ASSISTIDOS ENTRE OS ANOS DE 2010 A 2020










Entre os anos de 2010 e 2020, a TV brasileira viveu uma fase de transição importante. Enquanto a TV por assinatura ganhava mais espaço com canais dedicados ao público infantil, como Cartoon Network, Discovery Kids, Nickelodeon e Disney Channel, a TV aberta ainda mantinha blocos infantis em menor escala. Mesmo com a ascensão do YouTube e dos serviços de streaming, os desenhos animados ainda marcaram uma geração inteira com personagens cativantes, enredos divertidos e mensagens positivas.













A seguir, veja uma lista com alguns dos desenhos mais populares que foram exibidos na TV brasileira durante essa década:


1. Hora de Aventura  

Com Finn e Jake, esse desenho se tornou um fenômeno com seu universo fantástico e humor peculiar. Exibido pelo Cartoon Network.


2. Apenas um Show (Regular Show)  

Mordecai e Rigby viviam situações surreais em um parque. Um sucesso entre jovens e adolescentes.


3. O Incrível Mundo de Gumball  

Acompanhava a vida de Gumball e sua família em Elmore, com animações que misturavam técnicas e muito humor visual.










4. Steven Universo

Uma animação com mensagens profundas sobre empatia, identidade e família, exibida no Cartoon Network.


5. Gravity Falls: Um Verão de Mistérios  

Uma das séries mais aclamadas da Disney, cheia de mistérios, conspirações e teorias.


6. Phineas e Ferb  

Embora tenha começado em 2007, sua popularidade cresceu entre 2010 e 2015 na Disney Channel e SBT.


7. Peppa Pig  

Fenômeno entre o público infantil, passou em canais como Discovery Kids e também na TV Cultura.













8. Patrulha Canina (Paw Patrol)  

Um grupo de filhotes heróis encantou as crianças com aventuras educativas e cheias de ação. Exibido na TV Cultura e Nickelodeon.


9. My Little Pony: A Amizade é Mágica  

Ganhou fãs de todas as idades, inclusive adultos, com suas histórias sobre amizade.


10. Ben 10 (nova geração)  

Ganhou novas versões e temporadas ao longo da década, com exibição no Cartoon Network.


11. Os Jovens Titãs em Ação  













Versão mais cômica dos heróis adolescentes da DC, muito popular na TV aberta e fechada.


12. Miraculous: As Aventuras de Ladybug  

Uma das sensações entre o público jovem, especialmente meninas, com exibição na Gloob.


13. Mundo Bita  

Animação musical educativa brasileira que explodiu entre 2015 e 2020.


14. Galinha Pintadinha

Mesmo sendo lançada no YouTube, passou a ser exibida na TV e conquistou os pequenos com suas canções.


15. D.P.A. - Detetives do Prédio Azul (embora live-action, impactou o mesmo público)  

Exibido no Gloob, misturava mistério e humor com linguagem acessível às crianças.













16. Bob Esponja Calça Quadrada  

Continuou firme na programação da Nickelodeon e foi exibido também na Band.


17. Os Padrinhos Mágicos (temporadas finais)  

A animação ainda era exibida em reprises e novas temporadas até meados de 2015.


18. Star vs. As Forças do Mal  

Com uma protagonista interdimensional, foi uma das grandes apostas da Disney Channel.


19. Clarence  

Desenho do Cartoon Network com foco em um menino curioso vivendo o cotidiano.


20. O Show da Luna  

Animação brasileira educativa muito querida, com exibição no Discovery Kids.




















Apesar das mudanças no modo de consumo de conteúdo infantil, a década de 2010 a 2020 manteve a essência da infância: criatividade, diversão e personagens marcantes. Os desenhos dessa época conseguiram equilibrar humor, aprendizado e representatividade, criando memórias especiais para uma nova geração que cresceu tanto com a TV quanto com a internet.

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