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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

AFINAL, A PRIMEIRA CIDADE BRASILEIRA É SALVADOR OU SÃO VICENTE?





















Quando se fala em “primeira cidade do Brasil”, duas respostas costumam aparecer: São Vicente e Salvador (Bahia). Embora pareça uma contradição, as duas respostas podem estar corretas, dependendo do ponto de vista histórico adotado.


São Vicente: a cidade mais antiga do Brasil




































São Vicente, no litoral de São Paulo, é considerada a cidade mais antiga do Brasil. Ela foi fundada em 22 de janeiro de 1532 por Martim Afonso de Sousa e já nasceu com status oficial de vila, possuindo Câmara Municipal, leis, administração e estrutura urbana permanente.












Esse detalhe é essencial. Antes de São Vicente, o Brasil tinha apenas feitorias, acampamentos e ocupações temporárias. São Vicente foi o primeiro núcleo urbano organizado, com presença contínua de colonos, governo local e vida civil estruturada. Por isso, do ponto de vista cronológico e urbano, São Vicente é a primeira cidade brasileira.


Salvador (Bahia): a primeira capital do Brasil















Já Salvador, fundada em 29 de março de 1549, na Bahia, foi a primeira capital do Brasil. Ela surgiu como parte de um projeto muito mais amplo da Coroa Portuguesa, com o objetivo de centralizar o poder colonial. Salvador foi sede do Governo-Geral, do sistema administrativo, militar e religioso da colônia.


Diferente de São Vicente, Salvador já nasceu grande, planejada e com papel nacional. Durante mais de 200 anos, foi o centro político e econômico do Brasil colonial. Por isso, muitas pessoas acabam associando Salvador à ideia de “primeira cidade do Brasil”, quando, na verdade, ela foi a primeira capital, não a primeira cidade. Então, qual está certa? A resposta correta é:


São Vicente é a cidade mais antiga do Brasil, fundada em 1532.













Salvador (Bahia) é a primeira capital do Brasil, fundada em 1549.














Ou seja, São Vicente veio antes, mas Salvador teve maior importância política e administrativa no início da colônia.


Por que essa confusão existe?


A confusão acontece porque, durante muito tempo, os livros escolares deram mais destaque à Bahia, devido ao seu papel central na história colonial. Salvador concentrava o poder, a economia do açúcar, a Igreja e a defesa do território. Já São Vicente, apesar de mais antiga, perdeu protagonismo econômico cedo, especialmente para a cidade de Santos.


Mesmo assim, historicamente falando, o Brasil começou de fato em São Vicente, e depois se organizou politicamente a partir de Salvador. Se a pergunta for:


“Qual foi a primeira cidade fundada no Brasil?” → São Vicente

“Qual foi a primeira capital do Brasil?” → Salvador (Bahia)


E Cananéia?

Cananéia, no litoral sul de São Paulo, já era habitada por europeus antes de 1532, possivelmente desde o início do século XVI. Relatos históricos apontam a presença de náufragos, comerciantes e aventureiros portugueses e espanhóis, como o famoso Bacharel de Cananéia (Cosme Fernandes Pessoa), que teria vivido na região por volta de 1504. Esses europeus conviviam com os povos indígenas locais e mantinham relações comerciais, principalmente o escambo.














O problema é que isso não configurava um povoado oficial. Para que um local seja considerado, historicamente, o “primeiro povoado do Brasil”, é necessário que haja:

- Ocupação permanente reconhecida pela Coroa Portuguesa,

- Organização administrativa,

- Autoridade legal (como Câmara Municipal),

- Fundação documentada.

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SAIBA POR QUE A PORNOGRAFIA DESTROI UMA PESSOA





















A pornografia está mais acessível do que nunca. Com poucos cliques, qualquer pessoa pode consumir conteúdos explícitos a qualquer hora e em qualquer lugar. Essa facilidade, impulsionada pela internet e pelos smartphones, fez com que o tema deixasse de ser algo restrito e passasse a fazer parte do cotidiano de muitas pessoas, inclusive adolescentes. Apesar de muitas vezes ser tratada como algo inofensivo ou apenas uma forma de entretenimento adulto, a pornografia carrega uma série de malefícios que merecem ser discutidos com mais profundidade.





















Um dos principais impactos da pornografia está na saúde mental. O consumo frequente pode alterar a forma como o cérebro reage ao prazer, já que esse tipo de conteúdo estimula de maneira intensa o sistema de recompensa. Com o tempo, isso pode gerar uma busca constante por estímulos cada vez mais fortes, levando à perda de interesse por experiências reais. Não é raro que pessoas que consomem pornografia de forma excessiva relatem dificuldade de concentração, ansiedade, irritabilidade e até sintomas depressivos. Em alguns casos, o hábito deixa de ser apenas um consumo ocasional e passa a ter características compulsivas, interferindo na rotina, no trabalho e nos estudos.



















Outro ponto importante diz respeito aos relacionamentos. A pornografia tende a criar expectativas irreais sobre o sexo, o corpo e o comportamento das pessoas. Corpos “perfeitos”, desempenho constante e situações fantasiosas acabam sendo vistos como padrão, o que pode gerar frustração na vida real. Em relacionamentos afetivos, isso pode resultar em insatisfação, diminuição da intimidade emocional e dificuldades na vida sexual. Parceiros podem se sentir comparados, inadequados ou rejeitados, abrindo espaço para conflitos, insegurança e afastamento emocional.





















A forma como a pornografia retrata homens e mulheres também merece atenção. Grande parte desse conteúdo se baseia na objetificação, especialmente do corpo feminino, e na normalização de práticas agressivas, humilhantes ou violentas. Esse tipo de narrativa pode influenciar a maneira como alguns indivíduos passam a enxergar o outro, reforçando estereótipos, desigualdades de gênero e a ideia de dominação como algo aceitável ou até desejável.

















Nesse contexto, surge uma questão importante e delicada: a pornografia influencia a formação de maníacos sexuais ou de homens que agridem mulheres? A resposta não é simples nem direta, mas diversos estudos e especialistas apontam que o consumo frequente de pornografia violenta pode funcionar como um fator de risco, especialmente quando associado a outros elementos, como histórico de violência, problemas psicológicos, ausência de educação emocional e sexual, e dificuldades de empatia. A pornografia, por si só, não “cria” um agressor, mas pode contribuir para a dessensibilização diante da violência, para a banalização do sofrimento alheio e para a distorção do conceito de consentimento.




































Em casos mais extremos, indivíduos vulneráveis ou já inclinados a comportamentos agressivos podem encontrar nesse tipo de conteúdo uma validação simbólica de fantasias violentas. Isso ajuda a explicar por que muitos pesquisadores alertam para a relação entre pornografia violenta e o aumento da tolerância à agressão sexual, além de atitudes mais permissivas em relação à violência contra a mulher. Quando o consumo começa cedo, ainda na adolescência, os riscos são maiores, pois a pornografia passa a ocupar o lugar de uma educação sexual saudável, baseada no respeito, no diálogo e no consentimento.















Os impactos também se estendem à vida social e à produtividade. O consumo excessivo pode levar ao isolamento, já que a pessoa passa a priorizar momentos sozinha em detrimento de atividades sociais, familiares ou de lazer. Em muitos casos, a pornografia se torna uma válvula de escape para lidar com frustrações, estresse ou solidão, criando um ciclo difícil de romper. A culpa e a vergonha que frequentemente acompanham esse consumo tendem a afetar a autoestima e o bem-estar emocional.





















Há ainda o aspecto ético e social da indústria pornográfica. Apesar de existirem produções legais, há inúmeros relatos de exploração, coerção, falta de consentimento e abuso, inclusive envolvendo menores. Consumir pornografia sem reflexão crítica pode significar, ainda que indiretamente, contribuir para a manutenção dessas práticas.




































Falar sobre os malefícios da pornografia não significa demonizar a sexualidade ou reforçar tabus, mas promover consciência. Buscar informação, desenvolver senso crítico e refletir sobre os próprios hábitos são passos fundamentais. Para quem percebe que o consumo está causando prejuízos, o apoio psicológico pode ser essencial para recuperar o equilíbrio.



















Em um mundo cada vez mais conectado, refletir sobre como usamos nosso tempo, nossa atenção e nossos desejos é um exercício necessário. A pornografia, quando consumida de forma acrítica e excessiva, pode deixar marcas profundas na mente, nos relacionamentos e na forma como enxergamos o outro. Pensar sobre isso é um convite a uma vida mais saudável, responsável e consciente.

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POR QUE CÃES COMEM CAPIM?





















É bastante comum ver cães comendo capim, e na maioria das vezes isso não é sinal de problema grave. Esse comportamento pode acontecer por vários motivos:

Muitos cães comem capim por instinto. Os ancestrais dos cães, como os lobos, ingeriam partes do estômago de suas presas, que continham vegetais. Esse hábito acabou sendo preservado ao longo do tempo.

































Outro motivo frequente é o alívio de desconfortos digestivos. Alguns cães comem capim quando estão com o estômago irritado, enjoo ou sensação de má digestão. Em alguns casos, o capim provoca vômito, o que pode trazer alívio momentâneo.

Também pode estar ligado a uma necessidade nutricional, especialmente falta de fibras. Quando a alimentação não supre totalmente essa necessidade, o cachorro pode buscar o capim como complemento.





















Há ainda casos em que o cão come capim simplesmente por tédio, curiosidade ou ansiedade. Filhotes e cães mais ativos costumam fazer isso durante passeios ou momentos de pouca estimulação.

Em geral, comer capim ocasionalmente é normal. No entanto, é importante ficar atento se o comportamento se torna excessivo, se o cachorro vomita com frequência, perde peso, fica apático ou apresenta diarreia. Nesses casos, o ideal é procurar um veterinário.









Também vale garantir que o capim não tenha agrotóxicos ou produtos químicos, pois isso pode ser perigoso para o animal.

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