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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

O QUE É NECESSÁRIO PARA SER CORRETOR DE IMÓVEIS NOS EUA?





















Se você já pensou em trabalhar com vendas de imóveis em um mercado sólido, competitivo e cheio de oportunidades, a carreira de corretor de imóveis nos Estados Unidos pode ser uma excelente escolha. Com um setor imobiliário aquecido e um sistema profissional bem estruturado, atuar como real estate agent ou broker pode trazer liberdade financeira e realização pessoal. Neste texto, você vai entender o que é necessário para seguir essa profissão, os passos para obter sua licença, as vantagens e desafios da carreira, além da média de ganhos que esse profissional pode alcançar.













O processo para se tornar um real estate agent exige alguns passos formais. O primeiro deles é cursar uma escola imobiliária (real estate school) aprovada pelo estado em que se deseja atuar. Cada estado tem sua própria exigência de carga horária. Por exemplo, na Flórida são 63 horas de curso, enquanto na Califórnia exige-se 135 horas. O curso cobre legislação imobiliária, práticas de venda, ética, contratos, financiamento, entre outros temas essenciais.





















Após concluir o curso, é necessário passar por uma prova de licenciamento estadual. Esse exame avalia o conhecimento teórico do candidato e pode ser feito em centros credenciados. Uma vez aprovado, o profissional precisa se registrar no órgão regulador local, submeter-se a uma verificação de antecedentes criminais e encontrar uma corretora (brokerage) para se associar, já que só é possível trabalhar legalmente vinculado a uma.





















Vantagens da carreira:

Ser corretor de imóveis nos Estados Unidos é uma carreira que atrai muitos profissionais, tanto americanos quanto estrangeiros que desejam ingressar no mercado imobiliário norte-americano. O setor é altamente dinâmico e competitivo, mas também oferece liberdade, bons ganhos e oportunidades de crescimento, especialmente para quem sabe construir uma boa rede de contatos e atua com ética e profissionalismo. A seguir, explicamos em detalhes o que é necessário para se tornar um corretor de imóveis nos EUA, além das principais vantagens, desvantagens e média salarial.

















Para começar, é importante entender a diferença entre dois termos comuns no setor: "real estate agent" e "real estate broker". O primeiro é o profissional licenciado para atuar em transações imobiliárias, geralmente vinculado a uma corretora (brokerage). Já o "broker" é um agente mais experiente, com licença avançada, que pode abrir sua própria corretora e supervisionar outros agentes. Todo corretor começa como agent e, após adquirir experiência e passar por uma nova certificação, pode se tornar broker.













Ser corretor nos EUA oferece grande flexibilidade. O profissional pode fazer seus próprios horários, atender clientes diversos e explorar nichos variados, como imóveis residenciais, comerciais, de luxo ou para investidores. As comissões são atrativas — em média, os corretores recebem de 2,5% a 3% do valor total da venda, podendo chegar a mais em negociações especiais. Com o mercado imobiliário americano em constante movimento, há espaço para crescer rapidamente.


Desvantagens:  

Por outro lado, a profissão também exige resiliência. O corretor é um autônomo, o que significa que não tem salário fixo, benefícios ou garantias trabalhistas. É preciso correr atrás dos próprios clientes, gerenciar os altos e baixos do mercado e lidar com a concorrência acirrada. Também há custos para manter a licença ativa, participar da associação de corretores (NAR – National Association of Realtors) e investir em marketing, seguro e atualização profissional.
















Quanto ganha um corretor nos EUA?

A renda varia bastante. Segundo o U.S. Bureau of Labor Statistics (dados de 2023), a média salarial anual de um real estate agent nos EUA é de cerca de US56.000, mas os profissionais mais experientes, com forte presença no mercado e bom networking, podem ultrapassar facilmente US 100.000 por ano. Já os brokers, por terem mais responsabilidades e acesso a maiores comissões, têm média salarial de US85.000 a US 120.000 anuais.


Para imigrantes ou brasileiros que desejam atuar como corretores, é totalmente possível — desde que estejam legalmente residindo nos EUA, com visto adequado ou green card. O processo de licenciamento é o mesmo para cidadãos e estrangeiros residentes. Alguns estados exigem número de seguro social, endereço fixo e comprovante de residência.













Em resumo, a profissão de corretor de imóveis nos EUA pode ser extremamente lucrativa e satisfatória, mas exige preparação, persistência e visão estratégica. Não é um caminho garantido, mas para quem se dedica, constrói uma boa reputação e entende o funcionamento do mercado local, as recompensas podem ser significativas.

Leia também: O DIREITO A VIDA SERIA A SOLUÇÃO PARA AS LEIS BRASILEIRAS?

QUEM INVENTOU O DESENHO ANIMADO?



















Não há um único "criador", mas o francês Émile Cohl é amplamente reconhecido por criar o primeiro desenho animado projetado em um cinema moderno, "Fantasmagorie", em 1908, com animação de desenhos feitos à mão. Antes dele, Émile Reynaud já exibia animações com o Praxinoscópio no fim do século XIX, e Joseph-Antoine Plateau desenvolveu a primeira máquina de desenhos animados, o Fenacistoscópio, em 1832, explorando a persistência da visão.  













Pioneiros Importantes:

Joseph-Antoine Plateau (Bélgica, 1832): Inventou o Fenacistoscópio, um aparelho que criava a ilusão de movimento a partir de imagens estáticas. 












Émile Reynaud (França, 1892): Criou o Praxinoscópio e projetou filmes animados em seu Théâtre Optique, como "Pauvre Pierrot". 

Émile Cohl (França, 1908): Considerado o pai da animação moderna por "Fantasmagorie", o primeiro curta feito inteiramente de desenhos desenhados à mão e filmados. 

















James Stuart Blackton (EUA, 1906): Lançou "Humorous Phases of Funny Faces", usando desenhos em um quadro-negro, embora haja debate se é "animação" no mesmo sentido de Cohl. 

Portanto, a criação do desenho animado foi um processo evolutivo, com muitos inventores contribuindo para a técnica, mas Émile Cohl deu um grande salto com a técnica de animação sequencial de desenhos em película, abrindo caminho para os estúdios e a indústria que conhecemos hoje. 

No Brasil e na Televisão










Primeiro desenho brasileiro: 

"O Kaiser" (1917), de Álvaro Marins (Seth), foi a primeira produção animada do país.

Primeiro na TV brasileira: 

"Pica-Pau" foi o pioneiro ao estrear na Rede Tupi em 19 de setembro de 1950, um dia após a inauguração da emissora.











Primeiro em cores (Oscar): "Flowers and Trees" (1932), da Disney, foi o primeiro a utilizar o sistema Technicolor de três cores e o primeiro curta de animação a vencer um Oscar. 


Curiosidade









O Gato Félix é frequentemente citado como o primeiro desenho animado a passar na TV, mas com uma distinção técnica importante: ele foi a primeira imagem de um personagem animado transmitida para testes de televisão. 

Aqui estão os detalhes desse marco histórico:

O Teste de 1928: Em 1928, engenheiros da RCA (que viria a ser a NBC) nos Estados Unidos utilizaram um boneco de papel machê do Gato Félix para testar as primeiras transmissões experimentais.










Por que o Gato Félix? Ele foi escolhido por causa de suas cores contrastantes (preto e branco), que eram ideais para a baixa definição das câmeras da época, e porque o boneco não sofria com o calor intenso das lâmpadas dos estúdios, ao contrário de atores humanos.

Transmissão: 

O boneco ficava girando em cima de um toca-discos enquanto a imagem era transmitida via rádio para receptores de teste.











Na TV regular: 

Embora tenha sido o pioneiro em testes, a primeira animação exibida para o público em uma transmissão de TV (em 1930) também é atribuída ao Gato Félix por algumas fontes. No entanto, a primeira série produzida especificamente para a TV foi Crusader Rabbit em 1950. 

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COMO COMPRAR UM IMÓVEL DOS ESTADOS UNIDOS?













Comprar um imóvel nos Estados Unidos pode ser uma excelente oportunidade, tanto para morar quanto para investir. O processo é acessível inclusive para estrangeiros, mas exige planejamento e atenção a cada etapa. Abaixo, você confere um passo a passo detalhado de como funciona essa jornada:













O primeiro passo é definir o tipo de imóvel e a localização desejada. Os EUA oferecem uma grande variedade de opções: casas, apartamentos, imóveis comerciais, e em diferentes estados — cada um com regras e custos próprios. Depois, é essencial contar com um corretor de imóveis licenciado nos EUA (realtor), que entenda as leis locais e facilite toda a negociação, inclusive para compradores internacionais.





















Com a ajuda do corretor, você poderá fazer visitas (presenciais ou virtuais) e escolher o imóvel. Após a escolha, será feita uma oferta formal (Offer Letter), que pode ser aceita, rejeitada ou negociada. Quando há acordo, ambas as partes assinam o contrato de compra (Purchase Agreement), e o comprador faz um depósito inicial (Earnest Money), que geralmente é entre 1% e 10% do valor do imóvel.













Depois disso, inicia-se o período de inspeção, no qual é possível verificar as condições estruturais do imóvel. Também é nesse momento que o comprador deve providenciar o financiamento (caso não vá pagar à vista). Estrangeiros podem financiar até 60% do valor do imóvel, com entrada mínima de 30% a 40%, dependendo do banco.













Por fim, acontece o “closing” — a assinatura final do contrato e a transferência do imóvel. Todos os documentos são assinados com o auxílio de um advogado ou empresa de título (title company), que também garante que o imóvel está livre de dívidas. Após o pagamento final, o imóvel passa oficialmente para o nome do comprador.













Embora pareça complexo, com orientação certa e um bom planejamento financeiro, comprar um imóvel nos EUA pode ser mais simples do que parece. É um processo transparente, com segurança jurídica e grande potencial de valorização.

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