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terça-feira, 16 de dezembro de 2025

DESENHOS ANIMADOS QUE AS CRIANÇAS BRASILEIRAS ASSISTIAM NOS ANOS 90













Quando pensamos na infância de várias gerações no Brasil, uma das primeiras lembranças que vem à mente é a de sentar em frente à TV para assistir desenhos animados. Nos anos 80, 90 e início dos 2000, a programação infantil dominava os horários da manhã e da tarde na TV aberta — e muitos desses desenhos ficaram gravados na memória afetiva de quem cresceu nessa época.














A televisão brasileira tinha uma variedade de canais com blocos dedicados aos animados. A Rede Globo exibia clássicos consagrados; o SBT trazia uma mistura de séries e desenhos importados; a TV Manchete foi famosa por animações japonesas e séries cult; a TV Cultura apostava em títulos educativos e criativos; e a Bandeirantes/Record também incluíam nos seus horários infantis uma boa dose de animação.

- Tartarugas Ninjas — heróis mutantes treinados em artes marciais lutando contra vilões urbanos.

- Os Jetsons — visão futurista de uma família vivendo no espaço.

- Scooby-Doo — mistérios, aventuras e a turma que caçava fantasmas.

- He-Man e os Mestres do Universo — magia e força em Eternia.

- She-Ra — irmã de He‑Man em batalhas pelo bem.

- Caverna do Dragão — adolescentes presos num mundo mágico enfrentando perigos.

- Thundercats — felinos humanoides em aventuras épicas.

- DuckTales – Os Caçadores de Aventuras — Tio Patinhas e sobrinhos em busca de tesouros.












SBT / Animações e séries

- Os Flintstones — versão animada e cômica da vida na idade da pedra.

- Os Jetsons (também exibido em outros canais ao longo dos anos).

- Alvin e os Esquilos — esquilos cantores em confusõ…

O interessante é que, ao contrário de hoje, o público infantil consumia desenhos em horários marcados, sem opção de escolher episódios sob demanda. Era uma experiência coletiva: a família reunida assistindo juntos, crianças comentando sobre os personagens na escola, disputando quem era o favorito.











Também há desenhos que foram exibidos em horários alternativos ou em temporadas específicas, e que, embora menos lembrados hoje, também marcaram gerações — como algumas produções europeias e japonesas exibidas em programas educativos ou em blocos noturnos.












Essa diversidade de conteúdo faz com que a memória afetiva dos desenhos animados seja tão rica: personagens engraçados, aventuras emocionantes, músicas marcantes e aquela sensação de que cada episódio era uma novidade.

- Jornada nas Estrelas: The Animated Series (em algumas janelas de programação, dependendo da época).

- Space Ghost — clássico dos desenhos dos anos 60/70 que ainda circulava.









TV Cultura / Títulos educativos e criativos

- Muppet Babies — versões mirins dos personagens Muppet.

- Fraggle Rock: Heróis do Subterrâneo — criaturas carismáticas em aventuras musicais.

- Caillou — animação educativa sobre a vida infantil.

- Franklin — pequenas grandes histórias de um pequeno filósofo tartaruga.

- Arthur — aventuras de um jovem em histórias cotidianas.

- Os Biscoitos (The Get Along Gang) — grupo de amigos em mensagens de cooperação.





















Outros desenhos (que apareceram em blocos diversos ou em canais por assinatura posteriormente, mas que muitos brasileiros também viram na TV aberta ou em programas específicos):

- Doug

- Hey Arnold!

- Johnny Bravo

- X-Men: The Animated Series

- Batman: The Animated Series

- Pinky e o Cérebro









- Courage, o Cão Covarde

- O Laboratório de Dexter

- As Meninas Superpoderosas

- Pokémon (nos anos 2000, em blocos infantis)

- Dragon Ball Z (apesar de mais associado à Manchete e à Band, também marcou a infância de muita gente) 

Leia também: GRANDES MÁGICOS: MISTER "M"

O QUE É NECESSÁRIO PARA UM ESTRANGEIRO MORAR EM SINGAPURA?



Morar em Singapura é o desejo de muitas pessoas que buscam qualidade de vida, segurança, oportunidades profissionais e uma sociedade moderna e bem organizada. Considerada um dos países mais desenvolvidos da Ásia, Singapura atrai profissionais qualificados, estudantes e investidores do mundo todo. Mas, para que um estrangeiro possa viver legalmente no país, é necessário atender a certos requisitos e obter o visto apropriado.


O primeiro passo é entender qual é o motivo da mudança, pois cada tipo de visto atende a um perfil específico. Os principais são:

- Employment Pass (EP): voltado para profissionais qualificados contratados por empresas de Singapura. Requer comprovação de experiência e salário mínimo estipulado pelo governo.

  - S Pass: para trabalhadores estrangeiros com formação técnica, com exigências de salário e aprovação do empregador.

  - Student Pass: para quem vai estudar em instituições reconhecidas do país.

  - EntrePass: para empreendedores que desejam abrir negócios inovadores em Singapura.

  - Dependant Pass e Long-Term Visit Pass: para familiares de quem possui vistos de trabalho.















Além de obter o visto correto, o estrangeiro precisa ter um passaporte válido, comprovar renda suficiente para se manter no país, respeitar as leis locais e, muitas vezes, realizar exames médicos. Também é comum que o visto esteja vinculado ao empregador — ou seja, caso o vínculo de trabalho termine, o estrangeiro precisa regularizar sua situação ou deixar o país.
















Com um sistema de imigração rigoroso, porém transparente, Singapura oferece boas oportunidades a quem se qualifica. A chave para viver legalmente no país está no planejamento, no cumprimento das exigências legais e na adaptação à cultura local.

COMO SÃO AS LEIS TRABALHISTAS AMERICANAS?

















As leis trabalhistas nos Estados Unidos funcionam de forma bem diferente do que em muitos outros países, especialmente quando comparadas com países que têm legislações mais protetivas, como o Brasil. Nos EUA, não existe uma Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) centralizada. Em vez disso, o que existe é um sistema híbrido, onde o governo federal estabelece normas mínimas através de leis como o Fair Labor Standards Act (FLSA), e cada estado tem liberdade para aplicar regulamentações adicionais ou diferentes, desde que respeitem o piso federal.









O princípio do “employment at will” é a base das relações de trabalho nos EUA. Ele significa que o empregador pode demitir o funcionário a qualquer momento, sem necessidade de justificar a decisão, assim como o funcionário pode deixar o emprego a qualquer momento. Isso torna o mercado de trabalho mais flexível, porém menos estável para o trabalhador. Em geral, não há obrigatoriedade de pagamento de verbas rescisórias como no Brasil, tampouco estabilidade após um certo período. Benefícios como férias pagas, licença maternidade ou plano de saúde também não são garantidos por lei federal — são negociados individualmente ou oferecidos como atrativo pelas empresas.















Por outro lado, esse modelo também proporciona agilidade para contratação e desligamento, o que muitos empresários veem como uma vantagem. A economia norte-americana tem, por isso, uma alta taxa de rotatividade, mas também oferece oportunidades frequentes de reemprego, principalmente para trabalhadores qualificados. Além disso, alguns estados e empresas oferecem benefícios generosos por iniciativa própria, como planos de saúde robustos, bonificações, e licenças remuneradas.









Em relação a salário mínimo, ele também varia: há um valor federal, mas os estados podem estabelecer mínimos maiores. O mesmo vale para normas de segurança, proteção contra discriminação e direitos sindicais — que são mais fracos, em geral, que em países com legislações centralizadas.


















O modelo americano privilegia a liberdade contratual e a competitividade, mas em troca, transfere ao trabalhador o ônus de negociar seus próprios direitos e benefícios. Para quem busca segurança, pode parecer instável; para quem busca mobilidade e meritocracia, pode ser um ambiente cheio de oportunidades. Assim, entender a lógica das leis trabalhistas dos EUA é fundamental tanto para quem deseja trabalhar lá quanto para empresas que pretendem atuar no mercado norte-americano.

Leia também: EU POSSO ALUGAR IMÓVEL HMP E IMÓVEL HIS EM SÃO PAULO (NÃO COMPRE IMÓVEL SEM LER ESTA POSTAGEM)

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