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sexta-feira, 1 de abril de 2016

REATIVAÇÃO DE PROTOCOLO DE DESISTENTES, VOCÊ ACHA CORRETO?

Um certo dia você pegou o protocolo da sua criança para fazer a consulta da posição na fila de espera, e qual foi a sua surpresa, o seu filho desceu várias posições, então com um pouco de calma, você vê que os protocolos que estão na frente, possuem a seguinte informação: PROTOCOLO REATIVADO.
Talvez você já tenha passado por isso, e o mais difícil é aceitar a explicação de que esses protocolos são de pessoas que desistiram da vaga, mudaram de região ou, por não terem interesse, perderam a vaga, e por pressão de algum familiar, reativou o cadastro da criança. O grande sentimento dos pais que aguardam por uma vaga, é de injustiça, pois alguns entendem que deveria ser gerado um novo número de protocolo, pois, hoje isso não acontece, e ao reativar o cadastro, o número de protocolo continua o mesmo, fazendo com que esses candidatos ao voltarem para a fila de espera, fique na frente de todos os protocolos maiores.

Mas até que ponto isso seria justo?
Atualmente, com a modalidade EM TRANSFERÊNCIA, muitos acreditam que em alguns casos isso seria o suficiente, por exemplo, a mudança de região de uma criança que já estava estudando. Nesse caso, a criança já estava estudando, e em tese seria injusto a criança voltar para a fila de espera comum, e concorrer como se nunca tivesse estudado.

Mas quando a criança que não estuda, muda de região e reativa o protocolo em outra região?
Alguns pais não concordam, acham que deveria ser gerado um novo número de protocolo, mas alguns pais concordam, pois entendem que a mudança de região nem sempre é prevista, pois é provocada por vários fatores que estão além da vontade dos pais.

Mas quando a reativação é feita por pais que desistem ou perdem a vaga?
Existem dois tipos de desistência de vagas, a primeira é quando os pais não desejam a vaga, por motivo de distância ou por não "ir com a cara" da escola, e a segunda, é a desistência de uma criança que já está estudando. O principal motivo de desistência de vagas das crianças que já estão estudando, é a mudança de capital.
Infelizmente, é praticamente impossível ter uma escola ao lado da casa de cada candidato, ou uma escola próxima que caiba todas as crianças que residem no entorno dela, e por esse motivo, muitos pais que aguardam vaga, entendem que deveria sim, ser gerado um novo protocolo, pois o protocolo antigo já teve a sua oportunidade, da mesma forma para os pais desinteressados. Para os pais que mudam de capital e depois voltam, as opiniões são divididas, uns entendem que deveria ser gerado um novo protocolo, mas outros entendem que deveria ser mantido o mesmo protocolo, pois não dá para prever de como seria a vida na outra capital.
E você, o que acha, deve ou não deve ser gerado um novo número de protocolo e excluído o protocolo antigo? Fica a pergunta.



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